fácil sermos amados por quem nunca nos viu fazer asneira. Pelas pessoas a quem nunca tivemos de pedir desculpa e que ainda acham que todas as nossas «peculiaridades» são adoráveis.
“Quando perdemos alguém, viver é doloroso. É assim mesmo. Pode doer-nos caminhar por um corredor ou abrir o frigorífico. Dói calçar um par de meias, escovar os dentes. A comida perde o sabor. As cores ficam esbatidas. A música dói, tal como as memórias. Olhamos para algo que havíamos de achar belo — um céu purpúreo ao pôr-do-sol ou um pátio cheio de crianças — e isso só agudiza a sensação de perda. A dor, assim, é tão solitária. Um dia depois de o meu pai morrer, fomos a uma agência funerária do South Side — eu, a minha mãe e o Craig — escolher um caixão e planear uma cerimónia.”
― Becoming: A minha história
― Becoming: A minha história
“Resignamo-nos com o mundo tal como ele é, ou trabalhamos pelo mundo como ele devia ser?”
― Becoming: A minha história
― Becoming: A minha história
“eu sentia que o ritmo não parava de se intensificar e que as listas de afazeres eram cada vez mais longas, obrigando-me a viver no que parecia ser um estado permanente de excesso de actividade.”
― Becoming: A minha história
― Becoming: A minha história
“A parent is inexcusable who does not personally teach her child to think.”
― The Signature of All Things
― The Signature of All Things
Beatriz’s 2025 Year in Books
Take a look at Beatriz’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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