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“A meditação sobre o Tietê
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
“Como as chagas do Senhor dos Passos crucificado. Como as mãos do seu povo. Como as mãos dos antepassados. Mãos que os ajudaram a sobreviver, que forjaram o alimento e encantos ao manejar folhas e movimentá-las pelo corpo necessitado. Mãos que forjaram a defesa e a justiça quando possível. A mão que o curador deixou na cabeça de seus filhos.
Com a força de suas mãos dilaceradas você apenas abria um caminho.”
― Torto Arado
Com a força de suas mãos dilaceradas você apenas abria um caminho.”
― Torto Arado
“RATO: E adianta muito, eu me doer por ti? Bereco, eu não conto. Nem eu, nem tu, nem ela. As coisas acontecem sem a gente poder miar. A vontade da gente não conta. Nunca contou. Se os homens vão te apagar, não adianta eu estrilar. Ninguém vai dar pelota. Tu que é tu não vai ter chance. Vai pro beleléu e e fim. Se acaba. E fica por isso mesmo. Nenhum puto vai perder o sono por teu presunto.”
― Plínio Marcos: Obras Teatrais - Vol. 1 - Atrás desses muros
― Plínio Marcos: Obras Teatrais - Vol. 1 - Atrás desses muros
“A história tem memória que se perde no fundo de todos os tempos. Nada é esquecido, nem mesmo uma folha que cai, muito menos o germinar de ideias.”
― Labirinto
― Labirinto
“(...) tantos livros e nada no meu peito, tantas verdades e nenhuma em mim.”
― A Obscena Senhora D
― A Obscena Senhora D
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