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“De barro, apenas, que também servia para fazer a comida de nossas bonecas de sabugo, e de onde brotava quase tudo que comíamos. Onde enterrávamos os restos do parto e o umbigo dos nascidos. Onde enterrávamos os restos de nossos corpos. Para onde todos desceriam algum dia. Ninguém escaparia.”
― Torto Arado
― Torto Arado
“A história tem memória que se perde no fundo de todos os tempos. Nada é esquecido, nem mesmo uma folha que cai, muito menos o germinar de ideias.”
― Labirinto
― Labirinto
“Pairo como o ar e desço como a chuva na terra. Desço lavando o sangue que derramaram sem piedade. O sangue do passado corre feito um rio. Corre nos sonhos, primeiro. Depois chega galopando, como se andasse a cavalo.”
―
―
“MARTA: (Carinhosa) Viu como consegui? Plantei você dentro deles! Juntaram-se todas as confrarias para trazerem você. Pelo medo, eu sei. Tantas orações, tanto amor inútil jogado às estrelas, deixou o mundo delas vazio, povoado só pelo medo. Fiquei olhando de longe, filho. Mas sentia todos aqueles pés caminhando em mim, cortando minha carne como arados. Carregavam você... e eu me sentia como se carregasse todos... há milhares de anos! Sabe por que o deixei naquele adro? Por que usei seu corpo? De repente, compreendi que quanto mais plena de sentido, quanto mais ligada a uma existência humana for a vida, tão menos terrível é a morte. E porque... se eu o enterrasse com as minhas mãos, esqueceriam que você viveu... e porque morreu. (Marta ajoelha-se e beija a terra) Aqui é o seu lugar. Daí veio, para aí tinha que voltar. Todos os homens, até mesmo Deus, voltam um dia à terra. Aqui, poderá contemplar as estrelas, o espaço infinito, as folhas, as flores e os frutos. Poderá vigiar o caminhar da luz que se aproxima cada vez mais de todos os homens. Ela é como a luz das estrelas: demora a chegar, mas chega. E terrível descobrir que nada existe além de nós, que nenhuma transferência pode ser feita: carregaremos o que somos até o último fim. Enquanto existir um homem na face da Terra, você não estará só. Deus morreu... para que você exista! Mais um pouco... e uma só será a confraria de todos!”
― Marta, a árvore e o relógio - ciclo completo (Coleção "O Teatro de Jorge Andrade" Livro 11)
― Marta, a árvore e o relógio - ciclo completo (Coleção "O Teatro de Jorge Andrade" Livro 11)
“A meditação sobre o Tietê
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
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