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“A meditação sobre o Tietê
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem,
Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,
Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada
Se perdeu em cisco e pólen, cadáveres e verdades e ilusões.”
― Melhores Poemas Mário de Andrade
“(...) tantos livros e nada no meu peito, tantas verdades e nenhuma em mim.”
― A Obscena Senhora D
― A Obscena Senhora D
“De barro, apenas, que também servia para fazer a comida de nossas bonecas de sabugo, e de onde brotava quase tudo que comíamos. Onde enterrávamos os restos do parto e o umbigo dos nascidos. Onde enterrávamos os restos de nossos corpos. Para onde todos desceriam algum dia. Ninguém escaparia.”
― Torto Arado
― Torto Arado
“ABELARDO I: [...] Foi a bala do cano que penetrou profundamente, a primeira... As outras rodearam o coração! Que dor... Decerto é porque o coração ficou intacto... O coração, esse útero do homem, onde a gente gera os filhos mais caros... a ambição, o desespero, a vontade de viver... a literatura...”
― O Rei da Vela
― O Rei da Vela
“A história tem memória que se perde no fundo de todos os tempos. Nada é esquecido, nem mesmo uma folha que cai, muito menos o germinar de ideias.”
― Labirinto
― Labirinto
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