Evandro Giroto

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Saga dos Volsungos
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Apr 13, 2026 12:36PM

 
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Ray Bradbury
“- Por sorte, esquisitos como ela são raros. Sabemos como podar a maioria deles quando ainda são brotos, no começo. Não se pode construir uma casa sem pregos e madeira. Se você não quiser que se construa uma casa, esconda os pregos e a madeira. Se não quiser um homem politicamente infeliz, não lhe dê os dois lados de uma questão para resolver; dê-lhe apenas um. Melhor ainda, não lhe dê nenhum. Deixe que ele se esqueça de que há uma coisa como a guerra. Se o governo é ineficiente, despótico e ávido por impostos, melhor que ele seja tudo isso do que as pessoas se preocuparem com isso. Paz, Montag. Promova concursos em que vençam as pessoas que se lembrarem da letra das canções mais populares ou dos nomes das capitais dos estados ou de quanto foi a safra de milho do ano anterior. Encha as pessoas com dados incombustíveis, entupa-as tanto com "fatos" que elas se sintam empanzinadas, mas absolutamente "brilhantes" quanto a informações. Assim, elas imaginarão que estão pensando, terão uma sensação de movimento sem sair do lugar. E ficarão felizes, porque fatos dessa ordem não mudam. Não as coloque em terreno movediço, como filosofia ou sociologia, com que comparar suas experiências. Aí reside a melancolia. Todo homem capaz de desmontar um telão de tevê e montá-lo novamente, e a maioria consegue, hoje em dia está mais feliz do que qualquer homem que tenta usar a régua de cálculo, medir e comparar o universo, que simplesmente não será medido ou comparado sem que o homem se sinta bestial e solitário. Eu sei porque já tentei. Para o inferno com isso! Portanto, que venham seus clubes e festas, seus acrobatas e mágicos, seus heróis, carros a jato, motogiroplanos, seu sexo e heroína, tudo o que tenha a ver com reflexo condicionado. Se a peça for ruim, se o filme não disser nada, estimulem-me com o teremim, com muito barulho. Pensarei que estou reagindo à peça, quando se trata apenas de uma reação tátil à vibração. Mas não me importo. Tudo que peço é um passatempo sólido.”
― Ray Bradbury, Fahrenheit 451”
Ray Bradbury

“Ah, juventude! Juventude! Você parece não ligar para nada, parece possuir todos os tesouros do universo, até a tristeza lhe traz contentamento, até o desgosto lhe cai bem, você é confiante e ousada, você diz: Só eu vivo — cuidado! Mas também para você os dias correm e somem, sem conta e sem deixar vestígio, e tudo em você desaparece, como a cera sob o sol, como a neve... E talvez todo o segredo de seu encanto consista não na possibilidade de fazer tudo, mas na possibilidade de pensar que você fará tudo — consista justamente em que você solte aos ventos forças que não saberia empregar de outro modo — consista em que cada um de nós se considere de sério um perdulário, de acredite a sério que tem o direito de dizer: "Ah, quanta coisa eu faria se não tivesse desperdiçado meu tempo...”
Ivan Turgueniev, Primeiro Amor, Clara Militch e Canto do Amor Triunfante: Três histórias de amor

John  Williams
“Você nasce e é amamentado com mentiras, e depois desmama com mais mentiras, e então aprende mentiras mais sofisticadas na escola. Você vive uma vida inteira à base de mentiras, e então, talvez, quando está quase morrendo, você se dê conta de que não existe nada, nada além de você mesmo e daquilo que você poderia ter feito. Só que você não fez, porque todas aquelas mentiras lhe fizeram acreditar que existia alguma outra coisa na vida. Então você descobre que poderia ter conquistado o mundo, porque é o único que sabe esse segredo; só que, a essa altura, é tarde demais. Você está velho demais para isso...”
John Williams, Butcher's Crossing

“Tudo isso já é bastante conhecido há muito tempo. Mais dia, menos dia, virão as doenças, a morte (já chegaram) para as pessoas queridas, para mim, e nada restará, senão o mau cheiro e os vermes. Minhas atividades, sejam quais forem, serão todas esquecidas — mais cedo ou mais tarde, eu também não mais existirei. Então, para que viver atarefado? Como o homem pode enxergar isso e viver — isso é que é de admirar. Só conseguimos viver enquanto estamos embriagados pela vida; mas, quando ficamos sóbrios, é impossível não ver que tudo isso é apenas ilusão, e uma ilusão tola. Na verdade, não há nada aqui de engraçado nem de espirituoso; é apenas cruel e absurdo.”
Liev Tolstói, Uma Confissão

“Sabe o que pensávamos na guerra? Sonhávamos: “Bom, rapazes, se sairmos vivos... Como serão felizes as pessoas depois da guerra! Como será feliz, como será bonita a vida. Essas pessoas que tanto sofreram vão ter pena umas das outras. Vão amar. Serão outras pessoas”. Não tínhamos dúvida. Nem um tiquinho.
Meu bem... As pessoas se odeiam tanto quanto antes. Matam de novo. Isso para mim é o mais incompreensível... E quem são? Nós... Somos nós...”
Svetlana Aleksiévitch

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