“Is this a memory or a dream?
The wind touches my face, softly, as the sun warms my heart, gently.
A cold sea breeze aroma wraps me, intensely, while a lover's head falls upon my shoulder, slowly.
We gaze at the sky, waiting for the moon to arrive, silently.
In this moment, time stands still. Every worry fades away, as we simply exist,
bound by an implicit vow to always be there for each other.”
―
The wind touches my face, softly, as the sun warms my heart, gently.
A cold sea breeze aroma wraps me, intensely, while a lover's head falls upon my shoulder, slowly.
We gaze at the sky, waiting for the moon to arrive, silently.
In this moment, time stands still. Every worry fades away, as we simply exist,
bound by an implicit vow to always be there for each other.”
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“Reflexões sobre o amor (Reflections on love)
O amor é uma escolha. Uma escolha de partilhar a vida com aquela pessoa. Não são as borboletas no estômago quando estamos juntos. Não é a atração dos nossos corpos, dos nossos átomos. Não é a calma quando está tudo bem e contemplamos o universo agarrados. Nem tão pouco é a dor e o sofrimento quando não nos entendemos. São as pequenas partilhas do dia a dia. É o querer saber se está tudo bem. É o saber que aquela pessoa está lá para ti, independentemente do que acontecer. Que te vai escolher em todas as situações. É chegar a um compromisso que funcione para os dois. Quando o teu mundo desaba é que se percebe se é amor. Alguém que te ama não te abandona, aparece quando mais precisas. Quando o mundo é sombrio e te sentes sozinho, essa pessoa está lá. Amor é uma escolha constante, aceito-te como és. És a pessoa que eu quero, apesar de todos os teus defeitos e problemas.
É difícil fazer essa escolha quando temos medos, barreiras emocionais, e não estamos confortáveis com a nossa sombra, o nosso passado, os nossos pensamentos mais sujos. Só depois de nos deixarmos entrar no buraco negro da alma e começarmos a acordar aos poucos para os nossos traumas é que podemos encontrar a pessoa com quem queremos partilhar a nossa vida. Porque sabemos que não somos perfeitos mas sabemos quais são os nossos medos e não vamos deixar que eles controlem a nossa vida.
É nisto que trabalho. Não me deixo distrair do que sinto, não me escondo. Deixo que os sentimentos passem por mim e olho de frente para eles. Quando dominar os meus demónios mas profundos vou finalmente saber quem sou. Quando ultrapassar amores passados e aceitar que posso passar o resto da vida sozinho, vou encontrar essa pessoa, esse amor. Porque não quero alguém que seja "good enough". Não quero alguém que eu não ame simplesmente para ter uma família ou sentir-me validado. Quero que os meus filhos nasçam por amor. Eles merecem isso. Não que sejam fruto de um egoísmo individual para não me sentir sozinho.
Quando verdadeiramente aceitar isto tudo, acho que estarei preparado para encontrar a pessoa imperfeita. Sim, a pessoa imperfeita, a pessoa errada. A pessoa com problemas, mas problemas que eu quero que também sejam os meus. A pessoa errada que escolho. A pessoa errada que amo.”
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O amor é uma escolha. Uma escolha de partilhar a vida com aquela pessoa. Não são as borboletas no estômago quando estamos juntos. Não é a atração dos nossos corpos, dos nossos átomos. Não é a calma quando está tudo bem e contemplamos o universo agarrados. Nem tão pouco é a dor e o sofrimento quando não nos entendemos. São as pequenas partilhas do dia a dia. É o querer saber se está tudo bem. É o saber que aquela pessoa está lá para ti, independentemente do que acontecer. Que te vai escolher em todas as situações. É chegar a um compromisso que funcione para os dois. Quando o teu mundo desaba é que se percebe se é amor. Alguém que te ama não te abandona, aparece quando mais precisas. Quando o mundo é sombrio e te sentes sozinho, essa pessoa está lá. Amor é uma escolha constante, aceito-te como és. És a pessoa que eu quero, apesar de todos os teus defeitos e problemas.
É difícil fazer essa escolha quando temos medos, barreiras emocionais, e não estamos confortáveis com a nossa sombra, o nosso passado, os nossos pensamentos mais sujos. Só depois de nos deixarmos entrar no buraco negro da alma e começarmos a acordar aos poucos para os nossos traumas é que podemos encontrar a pessoa com quem queremos partilhar a nossa vida. Porque sabemos que não somos perfeitos mas sabemos quais são os nossos medos e não vamos deixar que eles controlem a nossa vida.
É nisto que trabalho. Não me deixo distrair do que sinto, não me escondo. Deixo que os sentimentos passem por mim e olho de frente para eles. Quando dominar os meus demónios mas profundos vou finalmente saber quem sou. Quando ultrapassar amores passados e aceitar que posso passar o resto da vida sozinho, vou encontrar essa pessoa, esse amor. Porque não quero alguém que seja "good enough". Não quero alguém que eu não ame simplesmente para ter uma família ou sentir-me validado. Quero que os meus filhos nasçam por amor. Eles merecem isso. Não que sejam fruto de um egoísmo individual para não me sentir sozinho.
Quando verdadeiramente aceitar isto tudo, acho que estarei preparado para encontrar a pessoa imperfeita. Sim, a pessoa imperfeita, a pessoa errada. A pessoa com problemas, mas problemas que eu quero que também sejam os meus. A pessoa errada que escolho. A pessoa errada que amo.”
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“Sinto o calor de uma tarde de verão
E um vento calmo mas persistente
Talvez leve com ele a minha solidão
Que em mim toca insistentemente
Estou triste, muito triste até
Mas não quero largar este sentimento
As distrações prazerosas não ajudam
A perceber o meu tormento
Não foi só porque partiste que estou assim
Também perdi o meu propósito
O que é que quero para mim?
Qual é o meu caminho?
Ainda estou a descobri-lo
aos poucos, devagarinho.”
―
E um vento calmo mas persistente
Talvez leve com ele a minha solidão
Que em mim toca insistentemente
Estou triste, muito triste até
Mas não quero largar este sentimento
As distrações prazerosas não ajudam
A perceber o meu tormento
Não foi só porque partiste que estou assim
Também perdi o meu propósito
O que é que quero para mim?
Qual é o meu caminho?
Ainda estou a descobri-lo
aos poucos, devagarinho.”
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“Porque sorrio?
Sorrio porque sou feliz.
Porque sou sortudo e sei o que é o amor.
Sorrio quando estou em comunhão
com o meu corpo
e com a minha intuição.
Nem sempre acontece —
para ser sincero, muito raramente —
mas quando acontece
sei qual é o caminho certo.
É nisto que trabalho:
conhecer-me melhor
e não me criticar constantemente,
não me ferir (ahimsā).
Procuro ser verdadeiro comigo
e com os outros (satya).
Cultivo a disciplina (brahmacharya)
e aprendo a desapegar-me,
a não ter grandes expectativas dos outros (aparigraha).
Liberto os pensamentos negativos
and tento manter a mente pura (śauca),
mas, confesso, é difícil.
A raiva…
ainda se sente bem-vinda,
como uma velha amiga
que aparece de quando em vez.
E então lembro-me:
aceita o que não controlas (santosha).
Só assim chega a calma.
Só assim vem a paz.
Penso demais.
Sou um overthinker mesmo.
Reflito, revejo, revivo.
Vou para a frente e para trás.
E isso cansa.
Deixa-me exausto.
Foco-me então
em identificar as raízes dos meus erros
e os padrões que me impedem de progredir.
Felizmente, há uma força interna
que me mantém no caminho,
que me ajuda a saltar os muros (tapas).
Ultimamente, deveria render-me
à energia do universo (Īśvara Praṇidhāna),
mas tenho medo que me engane.
Custa-me a crer
que o universo se importe comigo.
Com qualquer um de nós, na verdade.
O universo tem 13,8 mil milhões de anos
e a Terra 4,54 mil milhões…
E nós, os seres divinos?
Menos de 300 mil anos.
Cerca de meio segundo
numa peça de duas horas.
Talvez não esteja preparado
para compreender este ensinamento.
Ainda não vi o amanhecer, apesar de sorrir.
Tenho tanto para aprender, tanto sítio para ir.
Talvez tenha de morrer para voltar a florir.
Espero ter tempo para isso tudo antes de partir.”
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Sorrio porque sou feliz.
Porque sou sortudo e sei o que é o amor.
Sorrio quando estou em comunhão
com o meu corpo
e com a minha intuição.
Nem sempre acontece —
para ser sincero, muito raramente —
mas quando acontece
sei qual é o caminho certo.
É nisto que trabalho:
conhecer-me melhor
e não me criticar constantemente,
não me ferir (ahimsā).
Procuro ser verdadeiro comigo
e com os outros (satya).
Cultivo a disciplina (brahmacharya)
e aprendo a desapegar-me,
a não ter grandes expectativas dos outros (aparigraha).
Liberto os pensamentos negativos
and tento manter a mente pura (śauca),
mas, confesso, é difícil.
A raiva…
ainda se sente bem-vinda,
como uma velha amiga
que aparece de quando em vez.
E então lembro-me:
aceita o que não controlas (santosha).
Só assim chega a calma.
Só assim vem a paz.
Penso demais.
Sou um overthinker mesmo.
Reflito, revejo, revivo.
Vou para a frente e para trás.
E isso cansa.
Deixa-me exausto.
Foco-me então
em identificar as raízes dos meus erros
e os padrões que me impedem de progredir.
Felizmente, há uma força interna
que me mantém no caminho,
que me ajuda a saltar os muros (tapas).
Ultimamente, deveria render-me
à energia do universo (Īśvara Praṇidhāna),
mas tenho medo que me engane.
Custa-me a crer
que o universo se importe comigo.
Com qualquer um de nós, na verdade.
O universo tem 13,8 mil milhões de anos
e a Terra 4,54 mil milhões…
E nós, os seres divinos?
Menos de 300 mil anos.
Cerca de meio segundo
numa peça de duas horas.
Talvez não esteja preparado
para compreender este ensinamento.
Ainda não vi o amanhecer, apesar de sorrir.
Tenho tanto para aprender, tanto sítio para ir.
Talvez tenha de morrer para voltar a florir.
Espero ter tempo para isso tudo antes de partir.”
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“So the universe is very, very, very, very, very big. And it makes our heads spin. I was looking up at the sky one night when I was about ten years old. And I felt like my life didn’t matter. And I guess it was converting large space to large time. One star after another star after another star and wondering whether that would keep going forever.
“I had this sense that the universe existed a long time before I was born, and it would exist a long time after I was dead. And I was just a speck that didn’t matter. I don’t matter. My parents don’t matter. Nothing matters. We’re all just specks. We’re just living in this brief moment.
“None of us were here a million years ago. None of us will be here a million years from now. And the universe doesn’t care. It just goes on and on and on. So, why are we wasting time, you know, going to school, having dentist appointments? All of that.
“Why are we wasting our time? Because none of it matters. And then I fell in love. And that changed everything. That mattered. Even though we might both be specks in the cosmos.”
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“I had this sense that the universe existed a long time before I was born, and it would exist a long time after I was dead. And I was just a speck that didn’t matter. I don’t matter. My parents don’t matter. Nothing matters. We’re all just specks. We’re just living in this brief moment.
“None of us were here a million years ago. None of us will be here a million years from now. And the universe doesn’t care. It just goes on and on and on. So, why are we wasting time, you know, going to school, having dentist appointments? All of that.
“Why are we wasting our time? Because none of it matters. And then I fell in love. And that changed everything. That mattered. Even though we might both be specks in the cosmos.”
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Miguel’s 2025 Year in Books
Take a look at Miguel’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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