Fernando Pasquini Santos
https://fpasquinisantos.github.io
“Every man has forgotten who he is. One may understand the cosmos, but never the ego; the self is more distant than any star.
Thou shalt love the Lord thy God; but thou shalt not know thyself.
We are all under the same mental calamity; we have all forgotten our names. We have all forgotten what we really are. All that we call common sense and rationality and practicality and positivism only means that for certain dead levels of our life we forget that we have forgotten. All that we call spirit and art and ecstasy only means that for one awful moment we remember that we forget.”
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Thou shalt love the Lord thy God; but thou shalt not know thyself.
We are all under the same mental calamity; we have all forgotten our names. We have all forgotten what we really are. All that we call common sense and rationality and practicality and positivism only means that for certain dead levels of our life we forget that we have forgotten. All that we call spirit and art and ecstasy only means that for one awful moment we remember that we forget.”
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“Vivemos numa era em que o sentimento de vazio se propaga intensamente. Nesta nossa época, a educação tem de cuidar não só de transmitir o conhecimento, mas também de refinar a consciência, de modo que o homem aguce o ouvido a fim de perceber as exigências e desafios inerentes a cada situação […] Porque isso não só faz com que sua vida se apresente novamente plena de sentido, senão que ele próprio também se imunize contra o conformismo e o totalitarismo – essas duas consequências do vazio existencial.”
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“What am I to do?’ if I can answer the prior question ‘Of what story or stories do I find myself a part?”
― After Virtue: A Study in Moral Theory
― After Virtue: A Study in Moral Theory
“Não queremos a mera contemplação da beleza, embora, Deus o sabe, isso já constitua grande privilégio. O que queremos dificilmente seria dito em palavras — ser integrados à beleza que vemos, queremos ser como ela, tê-la em nós, mergulhar nela, fazer parte dela. Por isso povoamos os ares, a terra e a água de deuses, e ninfas, e gnomos — para que, embora não possamos nós, possam essas projeções gozar a beleza, a graça e o poder de que a natureza é imagem. É por isso que os poetas contam-nos mentiras tão adoráveis. Falam como se as mais leves brisas pudessem de fato penetrar na alma humana; mas não podem. Dizem-nos que "a beleza nascida de um murmúrio" pode tomar a forma de um rosto; mas não pode. Pelo menos por enquanto. Porque, se levarmos a sério as imagens das Escrituras, se acreditarmos que Deus nos dará um dia a estrela da manhã e nos revestirá do esplendor do sol, então bem podemos suspeitar que os mitos antigos e a poesia moderna, tão falsos historicamente, podem estar bem próximos da verdade quanto a profecia. No momento, estamos do lado de fora do mundo, do lado errado da porta. Discernimos o frescor e a pureza da manhã, mas esse frescor e essa pureza não nos contagiam. Não nos fundimos com o esplendor que vemos. Mas todas as páginas do Novo Testamento murmuram um rumor de que não será sempre assim. Um dia, queira Deus, haveremos de entrar. Quando a alma humana atingir a perfeição na obediência voluntária, como ocorre na criação inanimada, revestir-se-á de glória, uma glória maior da qual a natureza é apenas o primeiro esboço.”
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Fernando’s 2025 Year in Books
Take a look at Fernando’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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