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M.
https://www.goodreads.com/millen4
“She ain't gotta worry about going on to hell. Hell was right now. Daddy always said that folks misread the Bible. Couldn't be no punishment worse than having to live here on earth, he said.”
― Mama Day
― Mama Day
“Em nome da religião têm-se praticado muitos crimes; em nome da arte têm-se justificado muitas sem-vergonhices; mas, atualmente, é a ciência que justifica crimes e também assaltos aos minguados orçamentos do país.”
― Lima Barreto: Cronista do Rio
― Lima Barreto: Cronista do Rio
“Na rua, Clara pensou em tudo aquilo, naquela dolorosa cena que tinha
presenciado e no vexame que sofrera. Agora é que tinha a noção exata da sua
situação na sociedade. Fora preciso ser ofendida irremediavelmente nos seus
melindres de solteira, ouvir os desaforos da mãe do seu algoz, para se conven-
cer de que ela não era uma moça como as outras; era muito menos no con-
ceito de todos. Bem fazia adivinhar isso, seu padrinho! Coitado!...
A educação que recebera, de mimos e vigilâncias, era errônea. Ela
devia ter aprendido da boca dos seus pais que a sua honestidade de moça
e de mulher tinha todos por inimigos, mas isto ao vivo, com exemplos, cla-
ramente... O bonde vinha cheio. Olhou todos aqueles homens e mulheres...
Não haveria um talvez, entre toda aquela gente de ambos os sexos, que
não fosse indiferente à sua desgraça... Ora, uma mulatinha, filha de um
carteiro! O que era preciso, tanto a ela como às suas iguais, era educar o
caráter, revestir-se de vontade, como possuía essa varonil Dona Margarida,
para se defender de Cassis e semelhantes, e bater-se contra todos os que
se opusessem, por este ou aquele modo, contra a elevação dela, social e
moralmente. Nada a fazia inferior às outras, senão o conceito geral e a
covardia com que elas o admitiam...
Chegaram em casa; Joaquim ainda não tinha vindo. Dona Marga-
rida relatou a entrevista, por entre o choro e os soluços da filha e da mãe.
Num dado momento, Clara ergueu-se da cadeira em que se sentara
e abraçou muito fortemente sua mãe, dizendo, com um grande acento de
desespero:
-- Mamãe! Mamãe!
-- Que é minha filha?
-- Nós não somos nada nesta vida.”
― Clara dos Anjos
presenciado e no vexame que sofrera. Agora é que tinha a noção exata da sua
situação na sociedade. Fora preciso ser ofendida irremediavelmente nos seus
melindres de solteira, ouvir os desaforos da mãe do seu algoz, para se conven-
cer de que ela não era uma moça como as outras; era muito menos no con-
ceito de todos. Bem fazia adivinhar isso, seu padrinho! Coitado!...
A educação que recebera, de mimos e vigilâncias, era errônea. Ela
devia ter aprendido da boca dos seus pais que a sua honestidade de moça
e de mulher tinha todos por inimigos, mas isto ao vivo, com exemplos, cla-
ramente... O bonde vinha cheio. Olhou todos aqueles homens e mulheres...
Não haveria um talvez, entre toda aquela gente de ambos os sexos, que
não fosse indiferente à sua desgraça... Ora, uma mulatinha, filha de um
carteiro! O que era preciso, tanto a ela como às suas iguais, era educar o
caráter, revestir-se de vontade, como possuía essa varonil Dona Margarida,
para se defender de Cassis e semelhantes, e bater-se contra todos os que
se opusessem, por este ou aquele modo, contra a elevação dela, social e
moralmente. Nada a fazia inferior às outras, senão o conceito geral e a
covardia com que elas o admitiam...
Chegaram em casa; Joaquim ainda não tinha vindo. Dona Marga-
rida relatou a entrevista, por entre o choro e os soluços da filha e da mãe.
Num dado momento, Clara ergueu-se da cadeira em que se sentara
e abraçou muito fortemente sua mãe, dizendo, com um grande acento de
desespero:
-- Mamãe! Mamãe!
-- Que é minha filha?
-- Nós não somos nada nesta vida.”
― Clara dos Anjos
“In short, his entire life became a race against the natural—and he was winning.”
― Linden Hills
― Linden Hills
“Most people write me off when they see me.
They do not know my story.
They say I am just an African.
They judge me before they get to know me.
What they do not know is
The pride I have in the blood that runs through my veins;
The pride I have in my rich culture and the history of my people;
The pride I have in my strong family ties and the deep connection to my community;
The pride I have in the African music, African art, and African dance;
The pride I have in my name and the meaning behind it.
Just as my name has meaning, I too will live my life with meaning.
So you think I am nothing?
Don’t worry about what I am now,
For what I will be, I am gradually becoming.
I will raise my head high wherever I go
Because of my African pride,
And nobody will take that away from me.”
― Wealth for all Africans: How Every African Can Live the Life of Their Dreams
They do not know my story.
They say I am just an African.
They judge me before they get to know me.
What they do not know is
The pride I have in the blood that runs through my veins;
The pride I have in my rich culture and the history of my people;
The pride I have in my strong family ties and the deep connection to my community;
The pride I have in the African music, African art, and African dance;
The pride I have in my name and the meaning behind it.
Just as my name has meaning, I too will live my life with meaning.
So you think I am nothing?
Don’t worry about what I am now,
For what I will be, I am gradually becoming.
I will raise my head high wherever I go
Because of my African pride,
And nobody will take that away from me.”
― Wealth for all Africans: How Every African Can Live the Life of Their Dreams
M.’s 2025 Year in Books
Take a look at M.’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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