“The more one judges, the less one loves.”
― Physiologie Du Mariage: Ou Meditations De Philosophie Eclectique, Sur Le Bonheur Et Le Malheur Conjugal
― Physiologie Du Mariage: Ou Meditations De Philosophie Eclectique, Sur Le Bonheur Et Le Malheur Conjugal
“Foolishness? No, It’s Not
Sometimes I spend all day trying to count the leaves on a single tree. To do this I have to climb branch by branch and write down the numbers in a little book. So I suppose, from their point of view, it’s reasonable that my friends say: what foolishness! She’s got her head in the clouds again.
But it’s not. Of course I have to give up, but by then I’m half crazy with the wonder of it — the abundance of the leaves, the quietness of the branches, the hopelessness of my effort. And I am in that delicious and important place, roaring with laughter, full of earth-praise.”
― A Thousand Mornings: Poems
Sometimes I spend all day trying to count the leaves on a single tree. To do this I have to climb branch by branch and write down the numbers in a little book. So I suppose, from their point of view, it’s reasonable that my friends say: what foolishness! She’s got her head in the clouds again.
But it’s not. Of course I have to give up, but by then I’m half crazy with the wonder of it — the abundance of the leaves, the quietness of the branches, the hopelessness of my effort. And I am in that delicious and important place, roaring with laughter, full of earth-praise.”
― A Thousand Mornings: Poems
“Reading furnishes the mind only with materials of knowledge; it is thinking that makes what we read ours.”
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“Como é difícil, mesmo com a melhor boa vontade do mundo, mesmo para um homem
adulto e razoável, julgar seus semelhantes sem referência à sua aparência exterior! A beleza é uma carta de recomendação quase impossível de ser ignorada; e com muita freqüência atribuímos ao caráter a feiúra do rosto. Ou, para ser mais preciso, não fazemos a menor tentativa de penetrar além da máscara opaca da face até as realidades existentes por trás dela, mas fugimos dos feios ao vê-los sem tentar sequer descobrir como são realmente. Aquele sentimento de instintiva aversão que a feiúra inspira em um homem adulto, mas que ele tem raciocínio e força de vontade suficientes para reprimir ou pelo menos ocultar, é incontrolável em uma criança. Com três ou quatro anos de idade, a criança foge correndo da sala diante do aspecto de certo visitante cujas feições lhe pareceram desagradáveis. Por que? Porque o visitante feio é "ruim", é um "homem mau". E até idade muito mais avançada, embora consignamos deixar de gritar quando o visitante feio aparece, fazemos o possível — a princípio, pelo menos, ou até que seus atos tenham provado impressionantemente que seu rosto lhe contradiz o caráter — para ficar fora de seu caminho. De modo que, se sempre tive aversão por Louiseke, talvez não fosse dela a culpa, mas meu próprio e peculiar horror à feiúra me fizesse atribuir a ela características desagradáveis que, na realidade, não possuía. Ela me parecia rude e rabugenta; talvez não fosse, mas, em qualquer caso, eu assim pensava. E isso explica o fato de eu nunca ter chegado a conhecê-la, nunca ter tentado conhecê-la, como lhe conhecia a irmã.”
― Little Mexican
adulto e razoável, julgar seus semelhantes sem referência à sua aparência exterior! A beleza é uma carta de recomendação quase impossível de ser ignorada; e com muita freqüência atribuímos ao caráter a feiúra do rosto. Ou, para ser mais preciso, não fazemos a menor tentativa de penetrar além da máscara opaca da face até as realidades existentes por trás dela, mas fugimos dos feios ao vê-los sem tentar sequer descobrir como são realmente. Aquele sentimento de instintiva aversão que a feiúra inspira em um homem adulto, mas que ele tem raciocínio e força de vontade suficientes para reprimir ou pelo menos ocultar, é incontrolável em uma criança. Com três ou quatro anos de idade, a criança foge correndo da sala diante do aspecto de certo visitante cujas feições lhe pareceram desagradáveis. Por que? Porque o visitante feio é "ruim", é um "homem mau". E até idade muito mais avançada, embora consignamos deixar de gritar quando o visitante feio aparece, fazemos o possível — a princípio, pelo menos, ou até que seus atos tenham provado impressionantemente que seu rosto lhe contradiz o caráter — para ficar fora de seu caminho. De modo que, se sempre tive aversão por Louiseke, talvez não fosse dela a culpa, mas meu próprio e peculiar horror à feiúra me fizesse atribuir a ela características desagradáveis que, na realidade, não possuía. Ela me parecia rude e rabugenta; talvez não fosse, mas, em qualquer caso, eu assim pensava. E isso explica o fato de eu nunca ter chegado a conhecê-la, nunca ter tentado conhecê-la, como lhe conhecia a irmã.”
― Little Mexican
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