“Trouxe da biblioteca o livro das cartas de amor da
freira portuguesa ao militar francês. Percebo o furor que
terão feito na sua época. Um amor compulsivo e sem meias
medidas. O verdadeiro não se mede; não se resguarda; não
tem medo de não ser recebido. Ou tem muito, mas não faz
caso. Todo ele excesso, atira-se para o vazio sem saber se
tem para onde ir. Há alguma pureza nesse sentir que não é
polido, nem formatado por qualquer conveniência ou amor-próprio. O amor é sempre próprio; mesmo quando não é
próprio ou especialmente quando não é.”
―
freira portuguesa ao militar francês. Percebo o furor que
terão feito na sua época. Um amor compulsivo e sem meias
medidas. O verdadeiro não se mede; não se resguarda; não
tem medo de não ser recebido. Ou tem muito, mas não faz
caso. Todo ele excesso, atira-se para o vazio sem saber se
tem para onde ir. Há alguma pureza nesse sentir que não é
polido, nem formatado por qualquer conveniência ou amor-próprio. O amor é sempre próprio; mesmo quando não é
próprio ou especialmente quando não é.”
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João Miranda’s 2025 Year in Books
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