“we become the stories we tell ourselves”
― A Home at the End of the World
― A Home at the End of the World
“It felt like the world had divided into two different types of people, those who had felt pain and those who had yet to.”
― Crying in H Mart
― Crying in H Mart
“I can never read all the books I want; I can never be all the people I want and live all the lives I want. I can never train myself in all the skills I want. And why do I want? I want to live and feel all the shades, tones and variations of mental and physical experience possible in my life. And I am horribly limited.”
― The Unabridged Journals of Sylvia Plath
― The Unabridged Journals of Sylvia Plath
“They say nothing lasts forever but they're just scared it will last longer than they can love it.”
― On Earth We're Briefly Gorgeous
― On Earth We're Briefly Gorgeous
“Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até entorno me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que momento com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira perna me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar. Estou desorganizada porque perdi o que não precisava?
(…)
É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. Até agora achar-me era já ter uma ideia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esfoço de construção que era viver.
(…)
Mas e agora? estarei mais livre?
(…)
Se tiver coragem, eu me deixarei continuar perdida. Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação
(…)
Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer assim: ela está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o melhor - a esperança.”
― The Passion According to G.H.
(…)
É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. Até agora achar-me era já ter uma ideia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esfoço de construção que era viver.
(…)
Mas e agora? estarei mais livre?
(…)
Se tiver coragem, eu me deixarei continuar perdida. Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação
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Talvez desilusão seja o medo de não pertencer mais a um sistema. No entanto se deveria dizer assim: ela está muito feliz porque finalmente foi desiludido. O que eu era antes não era bom. Mas era desse não-bom que eu havia organizado o melhor - a esperança.”
― The Passion According to G.H.
Eduardo’s 2025 Year in Books
Take a look at Eduardo’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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