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A literatura portuguesa através dos textos by
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Evandro
is on page 651 of 686
"Havia muitas coisas que estavam dentro de si, bem escondidas, que ele julgava pessoais e que o indispunham sempre que as ia encontrar bem claras e bem nítidas na boca da mãe e compreendia que as aprendera dela e as sentia como ela, ainda que dum modo menos rude." (Maria Judite de Carvalho)
— Apr 21, 2015 03:44PM
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Evandro
is on page 597 of 686
Cheguei à seção sobre o Vergílio Ferreira, meu ateu odioso preferido, a misteriosa sensibilidade que preserva o realismo de meu catolicismo pelo ataque brutal da pretensa certeza da morte de Deus, única coisa mais absurda que a encarnação.
— Apr 19, 2015 04:21PM
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Evandro
is on page 587 of 686
Às dores inventadas Prefere as reais. Doem muito menos Ou então muito mais... [Alexandre O'Neill]
— Apr 18, 2015 06:56AM
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Evandro
is on page 566 of 686
Deu vontade de ler o livro "O Delfim", de José Cadoso Pires, de que o organizador incluiu uns trechos muito bons, um dos quais sobre cães e seus donos. :)
— Apr 14, 2015 01:29PM
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Evandro
is on page 486 of 686
Na ordem cronológica, chego a Florbela Espanca, cujos sonetos li há uns 4 ou 5 anos. Vejo que são lindos, mesmo comparados a gigantes de literatura portuguesa. Fico feliz de ter escolhido bem o que li então. São tantos livros, e tão pouco tempo! Escolher é importante. É parte da magia da literatura: escolher dentre os melhores, mas conforme a nós, ao que nos toca.
— Apr 03, 2015 10:17PM
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Evandro
is on page 470 of 686
"E os meus remorsos são terraços sobre o mar." Mário de Sá-Carneiro
— Apr 03, 2015 12:24PM
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Evandro
is on page 460 of 686
"Na véspera de não partir nunca Ao menos não há que arrumar malas Nem que fazer planos em papel Com acompanhamento involuntário de esquecimentos, Para o partir ainda livre do dia seguinte. Não há que fazer nada Na véspera de não partir nunca." Fernando Pessoa (Álvaro de Campos)
— Mar 30, 2015 09:01PM
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Evandro
is on page 429 of 686
"O mundo é misterioso, cheio de gritos. (...) O homem passa inconsciente, mas eu tremo de pavor." Raul Brandão
— Mar 29, 2015 01:09PM
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Evandro
is on page 415 of 686
Simbolismo. Belos poemas, inovadores, mas lhes falta conteúdo. O autor do livro lhes faz a apologia, claramente mais empolgado que com os poetas "antigos". Até fui consultar outro livro: mesma coisa. Os teóricos preferem os poetas supostamente ousados, experimentadores, que rompem com a forma "antiga". Não eu, não eu. Os antigos eram mais maduros e inteligentes. Os modernos são apenas uns perdidos elegantes!
— Mar 28, 2015 09:32PM
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Evandro
is on page 407 of 686
"E, meiga, tombava a tardinha...
No chão, jogando a vermelhinha,
Outros vejo a discutir.
Carpiam, místicas, as fontes...
Agua fria de Trás-os-Montes
Que faz sede só de se ouvir!" Antônio Nobre
— Mar 27, 2015 09:06PM
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No chão, jogando a vermelhinha,
Outros vejo a discutir.
Carpiam, místicas, as fontes...
Agua fria de Trás-os-Montes
Que faz sede só de se ouvir!" Antônio Nobre
Evandro
is on page 387 of 686
"Por livre que seja o espírito humano, jamais prescindiu de agüentar a sua fé com os fatos reais que transformam em símbolos." Por isso não acredito na religião privada, que não se exerce na sociedade de algum modo. E menos ainda na religião modernosa, espalhafatosa, com seus símbolos decadentemente "pop".
— Mar 27, 2015 04:57PM
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Evandro
is on page 374 of 686
A p. 371 traz o conto "O corvo", impressionista, de Fialho de Almeida; e a 373 traz o reducionismo sociológico do comentarista, que reduz todo um quadro terrificante, de um belo mórbido, pintado pelo autor, a uma indignação social. Para sentir a literatura, tem-se de mandar às favas os professores de literatura.
— Mar 24, 2015 08:31PM
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Evandro
is on page 361 of 686
Não é uma piada o autor usar o adjetivo “reacionário” como quase sinônimo de “conformista”?
— Mar 23, 2015 10:05PM
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Evandro
is on page 355 of 686
Chegou a modernidade e com ela o anti-clericalismo, raso em uns escritores, profundo e existencialmente investigativo em outros. É belo, embora triste, acompanhar os caminhos humanos.
— Mar 22, 2015 08:03PM
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