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I Await the Devil's Coming: Annotated & Unexpurgated by
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Anna Carina
is on page 21 of 206
Hatte viel Hoffnung in den Text gesetzt. Liest sich äußerst mies. Hauptsächlich Rhetorik. Das Ego leidet auf egozentrische Weise und nicht an der Welt. Keine Vermittlung. Roh in Wiederholungen vom imaginären, das rein gar nichts aufbricht.
Hat mit meinem Kunstverständnis nichts zu tun.
Werde ich, wie fast alles im Augenblick, wahrscheinlich abbrechen.
Geb dem Buch bis Seite 50.
— May 23, 2026 05:14AM
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Hat mit meinem Kunstverständnis nichts zu tun.
Werde ich, wie fast alles im Augenblick, wahrscheinlich abbrechen.
Geb dem Buch bis Seite 50.
Leonor
is 79% done
É fascinante quantas versões da mesma pessoa pode haver.
A Natureza, com os seus sóis, colinas, rios e estrelas é inescrutável...intangível...enlouquecedora. Impõe, sobre nós, uma alegria e uma agonia indizíveis, mas ninguém pode sequer imaginar o seu significado.
Ainda mais inescrutável é a natureza humana...em que nada está à vista. Não fazemos ideia do que se esconde nas mentes das pessoas que conhecemos.
— May 20, 2026 04:24AM
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A Natureza, com os seus sóis, colinas, rios e estrelas é inescrutável...intangível...enlouquecedora. Impõe, sobre nós, uma alegria e uma agonia indizíveis, mas ninguém pode sequer imaginar o seu significado.
Ainda mais inescrutável é a natureza humana...em que nada está à vista. Não fazemos ideia do que se esconde nas mentes das pessoas que conhecemos.
Leonor
is 74% done
Não há nada no mundo que não tenha o seu elemento de maldade. Esta está presente na literatura, em todas as artes: na pintura, na escultura e até na música. Há certas passagens belíssimas, profundas e minuciosas de Beethoven e Chopin que falam de coisas maravilhosas e sublimemente más. Chopin é impossível de entender. Há alguém no mundo que o entenda? No entanto, sabemos de imediato que há maldade e que é música!
— May 20, 2026 03:04AM
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Leonor
is 72% done
Vou-me perguntando, à medida que escrevo este retrato, se alguém o lerá e se esse alguém encontrará algo entretecido em cada palavra. Algo que se deve sentir, que deve fascinar, algo nunca antes visto.
A minha inigualável individualidade.
— May 19, 2026 12:37PM
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A minha inigualável individualidade.
Leonor
is 51% done
Talvez fiquem com má imagem minha antes de terminarem de ler estas páginas. Teriam todas as razões para o fazerem...de acordo com os vossos valores. Porém, às vezes vê-se o mal onde não o há e pensam-se maldades quando a verdadeira maldade está nas nossas próprias mentes.
— May 19, 2026 09:22AM
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Leonor
is 45% done
Parece que nunca há heroínas simples, excepto Jane Eyre, q era pouco convincente. Devia ter-se casado com o seu amado Rochester Logo de início.(.)Há quem diga que a beleza é uma maldição.Pode ser verdade, mas tenho a certeza de que não me importaria nada de ser um pouco amaldiçoada.(.)De qualquer forma, gostaria que alguém escrevesse um livro sobre uma heroína simples e má, para que eu me pudesse identificar com ela.
— May 19, 2026 07:10AM
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Leonor
is 41% done
Oh, a tristeza, a desesperança do nada!
Não há palavras para o descrever e as coisas são sempre mais difíceis de suportar quando não há palavras para as descrever.
Por maior que seja o dom da palavra de alguém, há sempre algo que não se consegue expressar.
— May 19, 2026 03:27AM
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Não há palavras para o descrever e as coisas são sempre mais difíceis de suportar quando não há palavras para as descrever.
Por maior que seja o dom da palavra de alguém, há sempre algo que não se consegue expressar.
Leonor
is 40% done
Pergunto-me sempre se quando morrer, alguém se lembrará de mim com amor?
— May 19, 2026 03:11AM
2 comments
Leonor
is 31% done
Não tenho nenhuma mensagem para escrever ou transmitir num livro. Estou a escrever um retrato.
Porém, um retrato também pode ser mal interpretado.
— May 18, 2026 09:30AM
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Porém, um retrato também pode ser mal interpretado.
Leonor
is 30% done
A maior conquista que alguém pode ter na literatura é conseguir expressar exactamente que quer dizer. Não há nada melhor do que isso: fazer com que o mundo veja os pensamentos do autor da mesma forma que o próprio os vê. Eugene Field, Edgar Allan Poe, Robert Louis Stevenson e Charles Dickens, entre outros, conseguiram fazê-lo. Impressionaram o mundo com a sua coragem e autenticidade.
— May 18, 2026 09:26AM
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