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Stasiland: True Stories from Behind the Berlin Wall by
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Katya
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Nas escolas de desporto, as crianças recebiam hormonas sob o disfarce de vitaminas. Num escândalo vindo a público depois da queda do Muro, descobriu-se que os comprimidos aceleravam o crescimento e a força, mas davam início a um processo de transformação de meninas em rapazes.
— 2 hours, 36 min ago
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Katya
is on page 36 of 304
Miriam foi devolvida a Leipzig na parte de trás de uma carrinha policial. O agente da Stasi que a interrogou disse-lhe que tinham contactado os pais e que estes já não queriam ter nada que ver com ela.
— Acreditaste nele?
— Bem... não. Na verdade, não.
Era muito difícil ter a certeza de qualquer coisa, sobre quem quer que fosse. Miriam faz uma pausa. A pergunta era desconfortável.
— 18 hours, 10 min ago
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— Acreditaste nele?
— Bem... não. Na verdade, não.
Era muito difícil ter a certeza de qualquer coisa, sobre quem quer que fosse. Miriam faz uma pausa. A pergunta era desconfortável.
Katya
is on page 30 of 304
O único meio de comunicação em massa q o governo não conseguia controlar era o sinal das estações de televisão ocidentais.Mas tentou: até ao início de 1970, a Stasi costumava vigiar o ângulo das antenas penduradas nas janelas dos apartamentos, castigando quem as orientasse para o Ocidente. Mais tarde, desistiram:os beneficios de uma programação comercial soporífera superavam os perigos dos noticiários do mundo livre.
— Aug 28, 2026 01:36AM
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Katya
is on page 30 of 304
— A senhora já viajou desde que o Muro caiu? — pergunto.
(...)
— Ainda não. Mas gostava. Bali, algo parecido. Ou a China. Sim, a China. — Bate com as unhas pintadas no armário de vidro e olha de forma sonhadora para um ponto indefinido, algures para lá do meu ombro esquerdo. — Sabe o que eu gostava mesmo de fazer? Gostava mesmo era de ir ver aquele muro que eles lá têm.
— Aug 27, 2026 07:15AM
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(...)
— Ainda não. Mas gostava. Bali, algo parecido. Ou a China. Sim, a China. — Bate com as unhas pintadas no armário de vidro e olha de forma sonhadora para um ponto indefinido, algures para lá do meu ombro esquerdo. — Sabe o que eu gostava mesmo de fazer? Gostava mesmo era de ir ver aquele muro que eles lá têm.










