Status Updates From La force des choses I
La force des choses I by
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Elise
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Memoires deel 2 (het verhaal van haar 21ste tot 35ste jaar)
Eerste zin: ‘Wat mij, bij mijn terugkeer in Parijs in september 1929 het meest van al verrukte en naar mijn hoofd steeg was mijn vrijheid.’
— Aug 04, 2026 02:55AM
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Eerste zin: ‘Wat mij, bij mijn terugkeer in Parijs in september 1929 het meest van al verrukte en naar mijn hoofd steeg was mijn vrijheid.’
موضي الطويل
is on page 134 of 367
إن كنّا على يقين من قيمتنا فلماذا نختبئ وراء أسمائنا وسمعتنا وأعمالنا الناجحة؟
— Apr 19, 2026 07:43AM
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- قارئة .
is on page 70 of 367
أتمنى لو تقلل من الحديث عن سارتر
وتتحدث عن نفسها !
— Sep 09, 2025 08:19AM
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وتتحدث عن نفسها !
Luís
is on page 276 of 280
(...) Fiz propositadamente questão de me manter próxima da linguagem falada. Escrevo de outro modo minhas memórias. Certo rigor convém a uma narrativa que relata um passado fixado. Mas meu romance propunha-se evocar a existência em seu jôrro e desejei que minhas frases se acordassem a esse movimento.
— Mar 06, 2025 12:38PM
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Luís
is on page 237 of 280
(...) Sartre compreendeu com evidência e revolta que os comunistas, tratando-o como inimigo, acuavam-no a conduzir-se como se o fosse. Ele nunca acreditou muito numa ocupação russa, mas, imaginando-a, sentiu com acuidade o paradoxo de nossa situação; a indignação que experimentou com isso desempenhou papel importante no desenrolar de sua evolução.
— Mar 05, 2025 02:23PM
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Luís
is on page 198 of 280
Ter-me-iam surpreendido e mesmo irritado, aos trinta anos, se me houvessem dito que eu me ocuparia de problemas femininos e que meu público mais sério consistiria de mulheres. Não o lamento. Divididas, atormentadas, desavantajadas, para elas mais do que para os homens, existem paradas, vitórias, derrotas. (...)
— Mar 04, 2025 02:05PM
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Luís
is on page 170 of 280
Bost juntou-se a nós em Bougie. Passamos alguns dias juntos num hotel vazio na praia de Djidjelli; só se via em derredor a areia, e o mar, e banhávamo-nos dia e noite. Gostara de ter visto Gardhaia, que perdera dois anos antes. Desci com Sartre de ônibus até Bou Saada; um táxi levou-nos a Djelfa onde a gente não vivia sequer em cavernas e sim em buracos. (...)
— Mar 04, 2025 08:38AM
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Luís
is on page 128 of 280
(...) Eu era sensível ao juízo de alguns críticos e mais ainda ao do público: se me condenavam é que até certo ponto eu falhara. Lamentei-o, mas sem me comover demasiado. Continuava a recusar interrogar-me, atormentar-me, e continuava a confiar no futuro.
— Mar 03, 2025 02:10PM
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Luís
is on page 76 of 280
(...) Eu estava - como Sartre - insuficientemente liberta das ideologias de minha classe, no mesmo momento em que as rechaçava eu me valia de sua linguagem. Esta se me tornou odiosa, porque (sei-o agora) procurar as razões em virtude das quais não se deve pisar a cara de um homem, é aceitar que lhe pisem na cara.
— Mar 03, 2025 05:16AM
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Luís
is on page 44 of 280
Pela primeira vez voltei ao estrangeiro com Sartre: Bruges, Antuérpia, Gand. As coisas sempre haviam superado minha imaginação: verifiquei que também ultrapassavam minha memória. Comecei a apreciar o prazer de rever. Tinha realmente mudado de idade.
— Mar 02, 2025 03:49PM
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