Status Updates From A queda
A queda by
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is on page 121 of 147
“quem julgaria que o crime não é tanto fazer morrer como não morrer o próprio!”
— 6 hours, 58 min ago
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is on page 119 of 147
“Há sempre razões para matar um homem. Pelo contrário, é impossível justificar-se que ele viva. Aí está porque o crime encontra sempre advogados e a inocência por vezes apenas.”
— 7 hours, 2 min ago
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is on page 118 of 147
“Nós não podemos afirmar a inocência de ninguém, ao passo que podemos afirmar com segurança a culpabilidade de todos.
Acredite-me, as religiões enganam-se desde o momento que pregam moral e fulminam mandamentos. Deus não é necessário para criar a culpabilidade, nem para castigar. Para isso bastam os nossos semelhantes, ajudados por nós mesmos.”
— 7 hours, 5 min ago
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Acredite-me, as religiões enganam-se desde o momento que pregam moral e fulminam mandamentos. Deus não é necessário para criar a culpabilidade, nem para castigar. Para isso bastam os nossos semelhantes, ajudados por nós mesmos.”
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is on page 113 of 147
“Atribuímos ao rival os vis pensamentos que tivemos nas mesmas circunstâncias. Felizmente, o excesso do gozo tanto debilita a imaginação como a faculdade de julgar.”
— 7 hours, 13 min ago
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is on page 110 of 147
“Verá que o verdadeiro deboche é libertador porque não cria nenhuma obrigação. No deboche, só nos possuimos a nós mesmos; ele fica sendo, pois, a ocupação preferida dos grandes apaixonados da sua própria pessoa. E uma selva, sem futuro nem passado, sem promessa sobretudo, nem sanção imediata. Os lugares onde se exerce estão isolados do mundo. Deixa-se, ao lá entrar, tanto o medo como a esperança.”
— 7 hours, 15 min ago
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is on page 107 of 147
“…compreendi que a literatura cor-de-rosa, que ensinava a falar do amor, não ensinava a praticá-lo.”
— 7 hours, 41 min ago
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“Pois que tinha necessidade de amar e de
ser amado, julguei-me apaixonado. Por outras palavras, fiz de parvo.”
— 13 hours, 53 min ago
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ser amado, julguei-me apaixonado. Por outras palavras, fiz de parvo.”
Frycaaao
is on page 34 of 112
"Jestem przecież zmęczony miłością "
— 13 hours, 54 min ago
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is on page 90 of 147
“Desejamos apenas ser lastimados e encorajados no nosso caminho. Em suma, desejaríamos, ao mesmo tempo, deixar de ser culpados e não fazer esforços para nos purificarmos. Nem muito cinismo, nem muita virtude. Nem para o mal, nem para o bem temos energia.”
— 16 hours, 48 min ago
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is on page 90 of 147
“Tanto isto é verdade que raramente nos abrinos com os que são melhores do que nós. Evitaríamos de preferência o seu convívio. A maior parte das vezes, pelo contrário, confessamo-nos aos que se parecem connosco e que partilham das nossas fraquezas. Não desejamos, pois, corrigir-nos, nem tornar-nos melhores: seria preciso, antes de tudo, que fôssemos considerados fracos.”
— 16 hours, 48 min ago
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is on page 88 of 147
“Porém, não há mérito nenhum em ser honesto, nem inteligente, de nascença! Como se não é mais responsável em ser-se criminoso por natureza que em sê-lo devido às circunstâncias. Mas querem a absolvição, a irresponsabilidade, e tiram justificações da natureza ou desculpas das circunstâncias.”
— 17 hours, 0 min ago
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is on page 88 of 147
“se disser a um criminoso que o seu crime nada tem com a sua natureza, mas com circunstâncias, ele ficará violentamente reconhecido.”
— 17 hours, 0 min ago
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is on page 88 of 147
“Somos todos casos excepcionais. Todos queremos apelar de qualquer coisa! Cada qual exige ser inocente a todo o custo, mesmo que para isso seja preciso inculpar o género humano e o céu.”
— 17 hours, 10 min ago
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is on page 84 of 147
“A única defesa está na maldade. As pessoas apressam-se, então, a julgar, para elas próprias não serem julgadas. Que quer? A ideia mais natural para o homem, a que lhe surge ingènuamente, como do fundo da sua natureza, é a ideia da sua inocência.”
— 17 hours, 13 min ago
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is on page 86 of 147
“Mas, para se ser feliz, é preciso não nos ocuparmos muito dos outros. As saídas ficam, pois, cortadas. Feliz e julgado ou absolvido e miserável.”
— 17 hours, 14 min ago
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is on page 84 of 147
“Os meus semelhantes deixavam de ser, a meus olhos, o auditório respeitoso a que estava habituado. O círculo de que eu era o centro rompia-se e eles colocavam-se numa única fila, como no tribunal. A partir do momento em que receei que houvesse em mim qualquer coisa para julgar, compreendi, em suma, que havia neles uma vocação irestível para julgamento.”
— 17 hours, 17 min ago
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is on page 83 of 147
“Hoje em dia estamos sempre prontos para o julgamento, como para a fornicação. Se duvida, esteja de ouvido atento às conversas à mesa, nesses hotéis onde os compatriotas vêm fazer a sua cura de tédio. Se ainda hesita em concluir, leia os escritos dos nossos grandes homens do momento. Ou observe a sua família e ficará esclarecido. Meu amigo, não lhes dêmos pretexto para nos julgarem, por pouco que seja”
— 17 hours, 23 min ago
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