Do lado de fora da janela, uma sebe de brincos-de-princesa estremecia, brilhante, à primeira luz daquela alvorada. Despiu-se, deitou-se, pegou no livro e leu o primeiro parágrafo de um conto de Tchékhov. Era um belo parágrafo, mas, quando chegou ao fim, sentiu os olhos a fecharem-se e apagou a luz, feliz, sabendo que o dia de amanhã seria seu, para trabalhar, para ler, e para caminhar pelas estradas e até à costa.
— Sep 01, 2026 09:16AM
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