« A coisa, que estava à espera, deu o alerta, precipitou-se sobre mim, vaza-se em mim, estou cheio dela. — Não é nada: a Coisa sou eu. A existência, liberta, despida, reflui sobre mim. Eu existo.
Estou a existir. É suave, tão suave, tão lento! E leve: como algo que se mantivesse no ar em suspensão (……) »
— Aug 13, 2018 04:48PM
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