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Marcus
Marcus is on page 120 of 493 of Poesia Completa
Como esse livro tem vários livros dentro dele, vou registrando aqui conforme vou terminando cada um.

O último foi "Compêndio para uso de pássaros", meu favorito até agora. Parece que nesse, depois de ler Guimarães Rosa, o Manoel de Barros finalmente encontra o que ele já procurava na língua.
4 hours, 59 min ago Add a comment
Poesia Completa

Marcus
Marcus is on page 50 of 112 of O amante
Jul 01, 2026 01:18PM Add a comment
O amante

Marcus
Marcus is on page 46 of 493 of Poesia Completa
Ir recebendo um pouco de poesia no peito
Sem lembranças do mundo, sem começo…
Chegar ao fim sem saber que passou
Tranquilo como as casas,
Cheio de aroma como os jardins.
Desaparecer.
Não contar nada a ninguém.
Não tentar um poema.
Nem olhar o nome na placa.
Esquecer.
Invisível, deixar apenas que a emoção perdure
Fique na nossa vida fresca e incompreensível
Um mistério suave alisando para sempre o coração.
Jun 26, 2026 10:50AM Add a comment
Poesia Completa

Marcus
Marcus is on page 30 of 112 of O amante
Jun 22, 2026 01:37PM Add a comment
O amante

Marcus
Marcus is on page 10 of 493 of Poesia Completa
Peguei esse volume na biblioteca só porque ele contém "Retrato do artista quando coisa", mas só precisei de três poemas pra decidir que quero ler tudo do Manoel de Barros. Já sou obcecado pelo "Livro sobre nada" e amo "O livro das ignorãças". Algo me diz que vai ser difícil quando chegar a hora de devolver esse livro pra biblioteca.
Jun 20, 2026 03:29PM Add a comment
Poesia Completa

Marcus
Marcus is on page 260 of 656 of As Flores do Mal
Acho engraçado que quase sempre, chegando na metade de livros de poesia de um autor que tô lendo pela primeira vez, é como se eu uma chavinha virasse na minha cabeça e do nada eu finalmente entro na lógica do livro e dá vontade de recomeçar, agora que peguei o ritmo. Toda vez isso... a sensação é que só preciso aguentar até aí, mas ao mesmo tempo é como se não tivesse lido os anteriores direito, sem o olhar de agora
Jun 13, 2026 06:55PM Add a comment
As Flores do Mal

Marcus
Marcus is on page 82 of 152 of As Cidades Invisíveis
Marco Polo descreve uma ponte, pedra por pedra.
– Mas qual é a pedra que sustenta a ponte? — pergunta Kublai Khan.
– A ponte não é sustentada por esta ou aquela pedra — responde Marco —, mas pela curva do arco que estas formam.
Kublai Khan permanece em silêncio, refletindo. Depois acrescenta:
– Por que falar em pedras? Só o arco me interessa.
Polo responde:
– Sem pedras, o arco não existe.
May 31, 2026 06:39AM Add a comment
As Cidades Invisíveis

Marcus
Marcus is on page 70 of 280 of Se um viajante numa noite de inverno
Essas primeiras 70 páginas tão entre as melhores coisas que já li na vida. Se continuar assim, vai virar um dos meus livros favoritos. Amando. Preciso ler tudo do Italo Calvino.

"O mundo se decompõe e tenta atrair-me em sua dissolução."
May 12, 2026 05:06AM Add a comment
Se um viajante numa noite de inverno

Marcus
Marcus is on page 36 of 271 of O Livro dos Abraços
"Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais"
Apr 03, 2026 02:57AM Add a comment
O Livro dos Abraços

Marcus
Marcus is on page 202 of 779 of The Collected Stories
Conclui "Bliss and other stories", daqui a alguns meses volto pros outros contos
Mar 31, 2026 01:45PM Add a comment
The Collected Stories

Marcus
Marcus is on page 55 of 779 of The Collected Stories
She hugged her folded arms and began to laugh silently. How absurd life was–it was laughable, simply laughable. And why this mania of hers to keep alive at all? For it really was a mania, she thought, mocking and laughing.
Feb 16, 2026 02:10AM Add a comment
The Collected Stories

Marcus
Marcus is on page 28 of 779 of The Collected Stories
"It's very quiet now," she thought. She opened her eyes wide, and she heard the silence spinning its soft endless web. How lightly she breathed; she scarcely had to breathe at all.

Yes, everything had come alive down to the minutest, tiniest particle, and she did not feel her bed, she floated, held up in the air.
Feb 03, 2026 10:20AM Add a comment
The Collected Stories

Marcus
Marcus is on page 25 of 305 of The Notebooks of Malte Laurids Brigge
Is it possible, this nothing thinks, that one has not yet seen, recognized, and said anything real and important? Is it possible that one has had thousands of years of time to look, reflect, and write down, and that one has let the millennia pass away like a school recess in which one eats one's sandwich and an apple?
Yes, it is possible.
Jan 14, 2026 06:37AM Add a comment
The Notebooks of Malte Laurids Brigge

Marcus
Marcus is 45% done with Diálogos
A longa lamentação universal sobre a vida: a falta-de-ser que é a vida [...] Não é fácil ser uma pessoa livre: fugir da peste, organizar encontros, aumentar a potência de agir, afetar-se de alegria, multiplicar os afetos que exprimem ou envolvem um máximo de afirmação. Fazer do corpo uma potência que não se reduz ao organismo, fazer do pensamento uma potência que não se reduz à consciência.
Dec 03, 2025 08:30AM Add a comment
Diálogos

Marcus
Marcus is on page 45 of 166 of Diálogos
"Devemos passar por dualismos, porque eles estão na linguagem, não tem jeito, mas é preciso lutar contra a linguagem, inventar a gagueira, não para alcançar uma pseudo-realidade pré-linguística, e sim para traçar uma linha vocal ou escrita que fará a linguagem passar entre esses dualismos, e que definirá um uso menor da língua, uma variação"
Nov 24, 2025 12:48PM Add a comment
Diálogos

Marcus
Marcus is on page 46 of 149 of Autobiography of Red: A Novel in Verse
Decidi reler esse também, mais um dos meus favoritos
Oct 29, 2025 06:53AM Add a comment
Autobiography of Red: A Novel in Verse

Marcus
Marcus is on page 102 of 188 of A Rosa do Povo
Se eu morrer, morre comigo
um certo modo de ver.
Tudo foi prêmio do tempo
e no tempo se converte.
Pressinto que ele ainda flui.
Como sangue; talvez água
de rio sem correnteza.
Como planta que se alonga
enquanto estamos dormindo.
Vinte anos ou pouco mais,
tudo estará terminado.
O tempo fluiu sem dor.
O rosto no travesseiro,
fecho os olhos, para ensaio.
Aug 07, 2025 08:23AM Add a comment
A Rosa do Povo

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