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Adriana Scarpin
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A metáfora é a forma própria do semblante. E quando Lacan diz que “só existe linguagem metafórica”, podemos acrescentar que toda palavra é da ordem do semblante, na medida em que faz parecer que ela se refere a alguma coisa, que a metaforiza.
Dec 10, 2025 04:32PM
O que faz o psicanalista: Ato, semblante e interpretação (Portuguese Edition)

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Adriana Scarpin is on page 82 of 420
Há um exemplo da minha clínica: um psicótico que todos no ambulatório achavam que era histérico porque vinha com um tipo de roupa caricatural do “machão”. Por não conseguir se colocar na partilha dos sexos, devido à foraclusão do Nome-do-Pai, para ter acesso às mulheres ele se vestia igual às propagandas do cigarro Camel, que eram contextualizadas como aventuras na selva, ou um jipe no deserto, ou um tipo caubói.
Dec 10, 2025 03:04PM
O que faz o psicanalista: Ato, semblante e interpretação (Portuguese Edition)


Adriana Scarpin
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Não existe fazer semblante de analista — isso é uma palhaçada —, o que o discurso do analista impõe é que o analista faça semblante de objeto a.
Oct 30, 2025 03:19PM
O que faz o psicanalista: Ato, semblante e interpretação (Portuguese Edition)


Adriana Scarpin
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A condução de uma análise é a própria arte do psicanalista em seu ato analítico como um ato poiético, uma ação de criação, de invenção. Cada ato analítico deve ser elevado à dignidade de um ato artístico, inédito, novo, surpreendente. Esse ato é da ordem do semblante, uma representação teatral.
Oct 24, 2025 10:48AM
O que faz o psicanalista: Ato, semblante e interpretação (Portuguese Edition)


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