Tina's bookshelf ⏾’s Reviews > Twilight of the Idols > Status Update
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“Que ao ser humano ninguém lhe dá as suas propriedades, nem Deus, nem a sociedade, nem os seus pais e antepassados, nem ele próprio.
Ninguém é responsável por existir, por estar feito deste ou daquele modo, por encontrar-se nestas circunstâncias, neste ambiente. A fatalidade do seu ser não pode ser desligada da fatalidade de tudo o que foi e será.”
— 1 hour, 38 min ago
Ninguém é responsável por existir, por estar feito deste ou daquele modo, por encontrar-se nestas circunstâncias, neste ambiente. A fatalidade do seu ser não pode ser desligada da fatalidade de tudo o que foi e será.”
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“O conceito «Deus» foi até agora a grande objecção contra a existência... Nós negamos Deus, negamos a responsabilidade em Deus: só assim redimimos o mundo.”
— 1 hour, 35 min ago
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“Se se é necessário, se se é um fragmento de fatalidade, se se forma parte do todo, se se está no todo, - não há nada que possa julgar, medir, comparar, condenar o nosso ser, pois isto significaria julgar, medir, comparar, condenar o todo... Mas não há nada fora do todo!”
— 1 hour, 36 min ago
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“O homem não é a consequência de uma intenção própria, de uma vontade, de uma finalidade, como não é a tentativa de realização de um «ideal de homem», ou de um «ideal de felicidade» ou de moralidade», — é absurdo querer dirigir o seu ser para uma finalidade qualquer. Nós inventámos o conceito «finalidade»: na realidade não existe a finalidade....“
— 1 hour, 37 min ago
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“…as pessoas encontram sempre razões para estarem descontentes consigo próprias).”
— 3 hours, 6 min ago
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“Explicação dos sentimentos gerais desagradáveis. Estão condicionados por seres que nos são hostis (espíritos malignos: o caso mais famoso — a errónea interpretação das histéricas como bruxas). Estão condicionados por ações que não podem ser aprovadas (o sentimento do «pecado», imputado a um mal-estar fisiológico”
— 3 hours, 6 min ago
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“Como no fundo se trata apenas de um querer desembaraçar-se de representações opressivas, não é rigoroso consegui-lo: a 1.ª representação com a qual se explica que o desconhecido é conhecido é-nos tão grata que se a tem por verdadeira
O instinto causal está condicionado e é excitado pelo medo. O «porquê» deve dar não tanto a causa ela mesma quanto uma causa qualquer — libertadora, aliviadora.”
— 4 hours, 1 min ago
O instinto causal está condicionado e é excitado pelo medo. O «porquê» deve dar não tanto a causa ela mesma quanto uma causa qualquer — libertadora, aliviadora.”
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“O reduzir algo desconhecido a algo conhecido alivia, tranquiliza, satisfaz, proporciona além disso um sentimento de poder. Com o desconhecido vêm o perigo, a inquietação, a preocupação, — o instinto primário corre a eliminar esses estados penosos. Primeiro axioma: uma explicação qualquer é preferível à ausência de explicação.”
— 4 hours, 3 min ago
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“A maioria dos nossos sentimentos gerais excitam o nosso instinto causal: queremos ter uma razão de nos encontrarmos neste e naquele estado, - de nos encontrarmos bem ou encontrarmo-nos mal. Jamais nos basta estabelecer o facto de que nos encontramos deste e daquele modo: não admitimos esse facto — não tomamos consciência dele — até que lhe consigamos atribuir uma espécie de motivação.”
— 4 hours, 11 min ago
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“Todo o erro, em todos os sentidos, é consequência de uma degenerescência dos instintos, de uma desagregação da vontade: com isto fica quase definido o mal. Todo o bom é instinto—e, por conseguinte, fácil, necessário, livre. O esforço é uma objecção, o deus é tipicamente diferente do herói (na minha linguagem: os pés ligeiros, primeiro atributo da divindade”
— 22 hours, 7 min ago
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“A fórmula mais geral em que se baseia toda a religião e toda a moral é a seguinte: «Faz isto e aquilo, não faças isto e aquilo — assim serás feliz! Caso contrário...» Toda a moral, toda a religião é esse imperativo, — eu chamo-lhe o grande pecado original da razão, a desrazão imortal.”
— Aug 16, 2026 12:42PM

