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Portuguese Edition Quotes

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Robert James Waller
“A mãe teve reuniões com vãrios professores. (...) «Robert vive num mundo construído por ele. Eu sei que ele é meu filho, mas por vezes tenho a sensação de que ele veio não de mim e do meu marido, mas de algum outro lugar para onde tenta voltar (...)»".”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“A mãe teve reuniões com vários professores. (...) «Robert vive num mundo construído por ele, Eu sei que ele é meu filho, mas por vezes tenho a sensação de que ele veio não de mim e do meu marido, mas de algum outro lugar para onde tenta voltar. (...)».”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“A mãe teve reuniões com vários professores. (...) «Robert vive num mundo construído por ele. Eu sei que ele é meu filho, mas por vezes tenho a sensação de que ele veio não de mim e do meu marido, mas de algum outro lugar para onde tenta voltar. (...)»”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“Com o passar do tempo [Robert] começou a compreender que era essa luz que fotografava, e não objectos. Os objectos eram apenas veículos para reflectir a luz.”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“Como duas aves solitárias sobrevoando as imensas pradarias por vontade divina, todos estes anos e vidas avançámos ao encontro um do outro.”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“As pessoas de Madison County não falavam assim, sobre aquelas coisas. Falavam sobre o tempo, sobre os produtos agrícolas, dos recém-nascidos e dos enterros, dos programas do Governo e das equipas desportivas. Não da arte e dos sonhos. Não das realidades que silenciavam a música, e encerravam os sonhos dentro de uma caixa.”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“Francesca não respondeu, intrigada com aquele homem (...) que tocava viola, que ganhava a vida com imagens e carregava o equipamento em mochilas. Que era como o vento. E que se movia como o vento. Que talvez viesse dele.”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“Estamos a desistir da liberdade (...) e com a perda da liberdade, o cowboy desaparece, juntamente com o leão da montanha e o lobo cinzento.”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Robert James Waller
“E por fim descobria o significado de todas as pequenas pegadas em todas as praias desertas por onde alguma vez caminhara, e de todas as cargas secretas levadas por navios que jamais haviam navegado, de todos os rostos velados que o viram passar por ruas sinuosas de crepusculares cidades. E, como um grande caçador de outros tempos que tivesse viajado em terras distantes e agora visse o brilho das fogueiras da sua pátria, a sua solidão desvaneceu-se. Finalmente. (...) Vinha de tão longe...”
Robert James Waller, The Bridges of Madison County

Hiro Arikawa
“Exatamente! A questão de Hachi já está resolvida para Satoru. Por isso, ele consegue ter lugar no coração para o Hachi e para mim. Mas para ti é diferente, não é, Kosuke? Só agora soubeste que o Hachi morreu. Podes ter absorvido a notícia racionalmente, mas ainda não o sentes de verdade.
Para superar a morte de um gato, é preciso passar pelo luto. Ouvindo assim, de repente, sobre a morte de um gato do qual não se tinha voltado a ter notícias pode-se pensar que é uma pena, mas é difícil sentir realmente a tristeza.
E o problema, Kosuke, é que queres que eu assuma o lugar do Hachi. Sinto muito. Eu, que sou amado por Satoru como Nana, não vou poder servir de substituto.”
Hiro Arikawa, The Travelling Cat Chronicles

Vanessa Barroca dos Reis
“Aquela era uma noite de arrependimentos.
Reclinada no banco do carro, a cabeça pendente para o lado do vidro entreaberto, a cheirar a vómito e a sentir-se mais para lá do que para cá, Anabela só queria chegar a casa e deslizar para o vale dos lençóis envolta num pijama de flanela.
Pegou no telemóvel e ligou a quem lhe pudesse valer. A operadora atendeu logo, relembrou que a linha era apenas para emergências e transferiu a chamada, quase sem dar tempo a Anabela, ocupada que estava em suprimir um arroto amargo, de lhe agradecer.
– Boa noite, fala o piquete – disse uma voz masculina num tom neutro.
– Ai, a minha cabeça... boa noite.
Depois de uns segundos de silêncio, a voz do outro lado, mantendo o tom:
– Fala o agente Nogueira, o piquete da noite. Posso ajudar?
– Err, não está por aí uma senhora, hmm, uma senhora agente, por acaso?
– Não.
– Ah pois, é que, sabe... fui jantar fora e já não o fazia há muito tempo, e... – Uma náusea fê-la parar. Passou a mão pela testa, que estava quente, e sentiu o peganhento do óleo do stripper, um cheiro enjoativo adocicado, que a fez limpar as mãos à bainha do vestido.”
Vanessa Barroca dos Reis, Des/pudor: Uma Antologia Portuguesa