“Yet one could speak truth and still be a villain”
― The Case of the Left-Handed Lady
― The Case of the Left-Handed Lady
“The only way for me to be safe and free was to be - be what my name decreed me. Enola. Alone.”
― The Case of the Left-Handed Lady
― The Case of the Left-Handed Lady
“"One cannot be a mother without first being a person; family, husband, and children should not be allowed, as is so often the case, to steal a woman’s selfhood and her dreams."
Mother to Sherlock, Mycroft, and Enola Holmes by author Nancy Springer”
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Mother to Sherlock, Mycroft, and Enola Holmes by author Nancy Springer”
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“Grinning with delight even as my heart ached—a familiar bittersweet feeling, that of enjoying affection from afar—I watched until they all went inside, the cab and the barouche drove away, and it became apparent that the moment of drama was over.”
― The Case of the Bizarre Bouquets
― The Case of the Bizarre Bouquets
“A felicidade sempre foi um negócio e uma obsessão. Os filósofos, desde que que existem, tentam mostrar-nos o caminho. Assim como os padres. E os monges. E os ditadores. E os samanas. E os gimnosofistas. E os cientistas. E os nossos pais. Toda a gente quer encontrar a felicidade e, não sendo eles próprios felizes, pretendem enfiar a beatitude que não conquistaram pela goela dos outros. Quer um copo de água para empurrar? Pegam em discursos, em actos, em ramos de flores, em educação, em dinheiro, em poemas e canções e servem-nos o caminho para a felicidade. Educam-nos com histórias que terminam com o singelo "foram felizes para sempre". E não me refiro só à Bíblia, mas também aos contos de fadas e de príncipes e princesas. E a obsessão é tão grande que até aos aleijados como eu lhes é servida a esperança: o fantasma da ópera, o corcunda de Notre-Dame, Cyrano de Bergerac, a Bela e o Monstro, Pinóquio, o sapo. Haja esperança para todos, incluindo batráquios que se tornam proeminentes membros da monarquia e se casam e, como quem se constipa, ficam com aquela doença do peito, o amor eterno. Nesse processo, há dor e alegria, mas não o estado de euforia permanente. As pessoas felizes não são as pessoas que vivem a abanar a cauda. As pessoas felizes choram e temem e caem e magoam-se e gritam e esfolam os joelhos, porque a sua felicidade independe da roda da fortuna, do acaso, das circunstâncias.”
― Princípio de Karenina
― Princípio de Karenina
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