“A este propósito, pergunta-se muitas vezes: “Como pode afirmar-se que a matéria existiu sempre? Quando nasceu? Não é de admirar que se pergunte. Durante toda a sua vida, o homem constata que todas as coisas têm um começo e um fim, e pergunta a si próprio: quem criou a matéria? A ciência responde-lhe: A matéria existiu sempre em toda a eternidade. Como provar esta importante dedução? Muitos factos o confirmam. Por exemplo a lei da conservação da massa, enunciada por Lomonossov e Lavoiser: na natureza, nenhum corpo, nenhum elemento não poderia nem desaparecer sem deixar vestígios, nem aparecer do nada.
E se admitir que houve um tempo em que não havia matéria, ela não poderia ter aparecido de parte nenhuma, nem do nada. Mas como a matéria existe, isto significa que ela nunca nasceu, que sempre existiu e que existirá sempre. É eterna e imortal. Também nunca pôde ser criada: não se saberia criar o que não se saberia aniquilar.”
― Dialectical Materialism
E se admitir que houve um tempo em que não havia matéria, ela não poderia ter aparecido de parte nenhuma, nem do nada. Mas como a matéria existe, isto significa que ela nunca nasceu, que sempre existiu e que existirá sempre. É eterna e imortal. Também nunca pôde ser criada: não se saberia criar o que não se saberia aniquilar.”
― Dialectical Materialism
“É claro que tudo o que sabemos, incluindo o que respeita à dialéctica da natureza, sabêmo-lo por intermédio do nosso cérebro, das nossas ideias e da nossa praxis social, determinados pelas nossas condições sociais. Mas este facto evidente em nada impede que possamos saber – e verificar, e ver confirmado por provas práticas múltiplas – que a vida é mais velha do que o pensamento humano; que a terra é mais velha do que a vida; que o universo é mais velho do que a terra; que todo o movimento é um movimento independente da acção e da existência do homem ou do seu espírito; que o próprio pensamento humano é o produto desse movimento; o pensamento é a matéria que toma conhecimento dela própria. É este o sentido que tem a noção: “dialéctica materialista”.”
― Introdução ao Marxismo
― Introdução ao Marxismo
“Nevertheless, for the most part the intangible dangers of being observed by unintended audiences are considered secondary to the convenience of instantaneous access to this “virtual campfire” from the comfort of the home. While online social networking sites are often disparaged as poor replacements for human interaction that encourage superficial relationships, my ethnographic analysis reveals how some people, American youth in particular, are incorporating this medium into their everyday practices in more or less meaningful ways. Through elucidating both the dangers and possibilities of this medium, I seek to encourage people to create their own “virtual campfires” as a supplement to, rather than a replacement of, their offline lives. Through participation and sharing in meaningful ways- from conversation to creating art- we might begin to see these sites as vehicles for healing the widely-felt loss of community and the pervasive sense of alienation experienced by so many.”
― The Virtual Campfire: An Ethnography of Online Social Networking
― The Virtual Campfire: An Ethnography of Online Social Networking
“Sometimes, to be yourself you will have to forget yourself and become something else. Your character is not a fixed thing. You will sometimes have to move to keep up with it.”
― The Humans
― The Humans
Goodreads Librarians Group
— 315118 members
— last activity 3 minutes ago
Goodreads Librarians are volunteers who help ensure the accuracy of information about books and authors in the Goodreads' catalog. The Goodreads Libra ...more
Reading Ethnography
— 190 members
— last activity Apr 02, 2018 09:00PM
The title says it all. We read ethnographies and write about them.
Andre’s 2025 Year in Books
Take a look at Andre’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
More friends…
Polls voted on by Andre
Lists liked by Andre




































