Marina Muller
https://www.goodreads.com/marinahmuller
“As we go through life we gradually discover who we are, but the more we discover, the more we lose ourselves.”
― Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage
― Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage
“é terrível a existência de duas retas
paralelas porque elas nunca se cruzam
e elas apenas se encontram no infinito
a verdade é que nunca nos interessou
a questão do infinito mas o resto
das ideias matemáticas claro que sim
eu na verdade prefiro mais de mil vezes
sua chávena de chá ficando fria sobre a mesa
enquanto você fala sobre raízes quadradas
enquanto você fala sobre ladrões de figos
enquanto você fala sobre o tropeço da baleia
subitamente eu já nem sei sobre o que você fala
porque a forma como seu dente incisivo corta
e suspende toda a beleza da cafetaria
faz com que eu novamente entenda que
pelo sétimo dia é chegada a hora do cuco
e do canto do cuco”
― Jóquei
paralelas porque elas nunca se cruzam
e elas apenas se encontram no infinito
a verdade é que nunca nos interessou
a questão do infinito mas o resto
das ideias matemáticas claro que sim
eu na verdade prefiro mais de mil vezes
sua chávena de chá ficando fria sobre a mesa
enquanto você fala sobre raízes quadradas
enquanto você fala sobre ladrões de figos
enquanto você fala sobre o tropeço da baleia
subitamente eu já nem sei sobre o que você fala
porque a forma como seu dente incisivo corta
e suspende toda a beleza da cafetaria
faz com que eu novamente entenda que
pelo sétimo dia é chegada a hora do cuco
e do canto do cuco”
― Jóquei
“aqueles peixes bonitos que vês dentro dos aquários pequenos, sabes que têm uma memória de uns segundos, três segundos, assim. é por isso que não ficam loucos dentro daqueles aquários sem espaço, porque a cada três segundos estão como num lugar que nunca viram e podem explorar. devíamos ser assim, a cada três segundos ficávamos impressionados com a mais pequena manifestação de vida, porque a mais ridícula coisa na primeira imagem seria uma explosão fulgurante da percepção de estar vivo. compreendes. a cada três segundos experimentávamos a poderosa sensação de vivermos, sem importância para mais nada, apenas o assombro dessa constatação.”
― A máquina de fazer espanhóis
― A máquina de fazer espanhóis
“I always had understood that dying of love was mere poetic license. That afternoon, back home again without the cat and without her, I proved that it was not only possible but that I myself, an old man without anyone, was dying of love. But I also realized that the contrary was true as well: I would not have traded the delights of my suffering for anything in the world. I had spent more than fifteen years trying to translate the poems of Leopardi, and only on that afternoon did I have a profound sense of them: Ah, me, if this is love, then how it torments.”
― Memories of My Melancholy Whores
― Memories of My Melancholy Whores
“precisava deste resto de solidão para aprender sobre este resto de companhia. este resto de vida, américo, que eu julguei já ser um excesso, uma aberração, deu-me estes amigos. e eu que nunca percebi a amizade, nunca esperei nada da solidariedade, apenas da contingência da coabitação, um certo ir obedecendo, ser carneiro. eu precisava deste resto de solidão para aprender sobre este resto de amizade.”
― A máquina de fazer espanhóis
― A máquina de fazer espanhóis
Marina’s 2025 Year in Books
Take a look at Marina’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
More friends…
Favorite Genres
Biography, Classics, Comics, Contemporary, Cookbooks, Fantasy, Fiction, Horror, Music, Mystery, Non-fiction, Poetry, Romance, Travel, and Young-adult
Polls voted on by Marina
Lists liked by Marina









































