sophia

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A ilusão do eu: O...
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Oct 19, 2025 03:50PM

 
Eu só existo no o...
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by Ana Suy
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"marromenos em" Aug 03, 2025 03:04PM

 
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Book cover for A Obscena Senhora D
Respiro e persigo uma luz de outras vidas.     E ainda que as janelas se fechem, meu pai É certo que amanhece.
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Brigitte Vasallo
“Una red efectiva es aquello que, cuando andas por la cuerda floja y caes, evita que te mates. Literalmente. Es aquel lugar esponjoso que amortigua la caída al vacío, que se come el golpe contigo, que atenúa el derrumbe haciendo de las piedras, plumas. Que te permite resoplar, levantarte, sacudirte el polvo enganchado a la ropa, y seguir. Sin sangre irrecuperable, sin fracturas inviables, sin vísceras deterioradas para siempre.

En esta parte del libro quiero dar cuenta de los nudos que he aprendido a hacer para tejer una red afectiva. Ningún nudo es un invento así salido de la nada, sino casi una sorpresa que hemos ido encontrando por el camino, a partir de intuiciones, de no fliparnos con ideas marcianas sino de aterrizar las cosas, respirar hondo, meterle mucho humor y mucha ironía al asunto, e ir haciendo entre todas. Ir andando. Y de seguir el consejo que le daba Lola Flores a su hija Lolita: «tira para adelante, pero cuando estés al borde del precipicio mira hacia abajo y retrocede tres pasos». Tira para adelante, pero antes de caerse o de tirar a alguien por el precipicio, tres pasitos para atrás. Desde ahí hablo. Por si en alguna playa, en algún puerto, alguien recoge esta botella y le es de utilidad, aunque solo sea para llenarla de ron.”
Brigitte Vasallo, Pensamiento monógamo, terror poliamoroso

Vivian Abenshushan
“(...) dos rostros desoladores y mórbidos del falso ocio de nuestra época, la forma en que los tiempos cada vez más estrechos que la sociedad concede al hombre para el auténtico disfrute de sí, se transforman en su reverso: una temporada en el infierno.”
Vivian Abenshushan, Escritos para desocupados
tags: tempo

“Precisaremos de uma força-tarefa de psicoterapeutas para combater o tsunami de tristeza que vem pela frente. As águas já recuaram assustadoramente na orla da pandemia, mas não se sabe o tamanho do vagalhão de infelicidade que desabará sobre os homens e as mulheres, sobre as crianças que crescem e os velhos que sobrarem. Antes do coronavírus, apenas a obtusidade proibicionista, que dura meio século, ainda impedia o acesso a uma classe de substâncias – os psicodélicos – que a pesquisa científica indica ser capaz de mitigar as dores da alma impostas pelo tempo. Depois da Covid-19, seguir bloqueando a pesquisa que mapeia seu potencial será um crime ao estilo dos genocidas instalados em alguns governos.”
Marcelo Leite, Psiconautas: viagens com a ciência psicodélica brasileira

Eduardo Viveiros de Castro
“Assim como um dia ja tivemos horror ao vácuo, hoje sentimos repugnância ao pensar na desaceleração, no regresso, no recuo, na limitação, na frenagem, no decrescimento, na descida - na suficiência. Qualquer coisa que lembre algum desses movimentos em busca de uma suficiência intensiva de mundo (antes que uma ultrapassagem épica de "limites" em busca de um hiper-mundo) é prontamente acusada de localismo ingênuo, primitivismo, irracionalismo, má consciência, sentimento de culpa, ou mesmo, sem rebuços, de pendores fascizantes. Para quase todas as formas assumidas pelo pensamento hoje dominante entre "nós", apenas uma direção é pensável e desejável, a que leva do "negativo" ao "positivo": do menos ao mais, da posse de pouco à propriedade de muito, da "técnica de subsistência" à "tecnologia de ponta", do nômade paleolítico ao cidadão cosmopolita moderno, do índio selvagem ao trabalhador civilizado.”
Eduardo Viveiros de Castro, Há um mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins

Brigitte Vasallo
“El terror poliamoroso no va de explosiones, sino de implosionar. De recordarnos constantemente que nos han domesticado dividiéndonos, ensimismándonos, enamorándonos de un nosotros que se alimenta del odio a lo exterior, a un exterior aleatorio construido solo en función de ese miedo. Evitar la tentación constante de creernos mejores porque sí, por definición, de creernos en posesión de las verdades únicas y últimas, del núcleo deseado y jerárquico, de dejar de arrancarnos los ojos, las entrañas, las cabezas y las tripas y ponernos juntas a construir.

El terror poliamoroso no va de aterrorizarnos. Va de dejar al Imperio sin súbditos.”
Brigitte Vasallo, Pensamiento monógamo, terror poliamoroso

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