Maíra Mello
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“Of course, reading novels was just another form of escape. As soon as he closed their pages he had to come back to the real world. But at some point Tengo noticed that returning to reality from the world of a novel was not as devastating a blow as returning from the world of mathematics. Why should that have been? After much deep thought, he reached a conclusion. No matter how clear the relationships of things might become in the forest of story, there was never a clear-cut solution. That was how it differed from math. The role of a story was, in the broadest terms, to transpose a single problem into another form. Depending on the nature and direction of the problem, a solution could be suggested in the narrative. Tengo would return to the real world with that suggestion in hand. It was like a piece of paper bearing the indecipherable text of a magic spell. At times it lacked coherence and served no immediate practical purpose. But it would contain a possibility. Someday he might be able to decipher the spell. That possibility would gently warm his heart from within.”
― 1Q84
― 1Q84
“Busquei abrigo num quiosque, e me perguntei se algum dia saberia viver longe do mar, em cidade que não terminasse assim num acidente,
mas agonizando para todos os lados.”
― Budapeste
mas agonizando para todos os lados.”
― Budapeste
“When you feel homesick,’ he said, ‘just look up. Because the moon is the same wherever you go.”
― The Goldfinch
― The Goldfinch
“Ali por uns segundos tive a sensação de haver desembarcado em país de língua desconhecida, o que para mim era sempre uma sensação boa, era como se a vida fosse partir do zero.”
― Budapeste
― Budapeste
“Como é bom a gente ter tido infância para poder
lembrar-se dela.
E trazer uma saudade muito esquisita escondida no
coração.
Como é bom a gente ter deixado a pequena terra em
que nasceu
E ter fugido para uma cidade maior, para conhecer
outras vidas.
Com é bom chegar a este ponto de olhar em torno
E se sentir maior e mais orgulhoso porque já conhece
outras vidas...
Como é bom se lembrar da viagem, dos primeiros dias
na cidade,
Da primeira vez que olhou o mar, da impressão de
atordoamento.
Como é bom olhar para aquelas bandas e depois
comparar.
Ver que está tão diferente, e que já sabe tantas
novidades...
Como é bom ter vindo de tão longe, estar agora
caminhando
Pensando e respirando no meio de pessoas desconhecidas
Como é bom achar o mundo esquisito por isso,
muito esquisito mesmo
E depois sorrir levemente para ele com os seus
mistérios...
Que coisa maravilhosa, exclamar. Que mundo
maravilhoso, exclamar.
Como tudo é tão belo e tão cheio de encantos!
Olhar para todos os lados, olhar para as coisas mais
pequenas,
E descobrir em todas uma razão de beleza.”
―
lembrar-se dela.
E trazer uma saudade muito esquisita escondida no
coração.
Como é bom a gente ter deixado a pequena terra em
que nasceu
E ter fugido para uma cidade maior, para conhecer
outras vidas.
Com é bom chegar a este ponto de olhar em torno
E se sentir maior e mais orgulhoso porque já conhece
outras vidas...
Como é bom se lembrar da viagem, dos primeiros dias
na cidade,
Da primeira vez que olhou o mar, da impressão de
atordoamento.
Como é bom olhar para aquelas bandas e depois
comparar.
Ver que está tão diferente, e que já sabe tantas
novidades...
Como é bom ter vindo de tão longe, estar agora
caminhando
Pensando e respirando no meio de pessoas desconhecidas
Como é bom achar o mundo esquisito por isso,
muito esquisito mesmo
E depois sorrir levemente para ele com os seus
mistérios...
Que coisa maravilhosa, exclamar. Que mundo
maravilhoso, exclamar.
Como tudo é tão belo e tão cheio de encantos!
Olhar para todos os lados, olhar para as coisas mais
pequenas,
E descobrir em todas uma razão de beleza.”
―
Margem | Clube do Livro na Holanda
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〰️ Clube do livro para quem lê à margem
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