Pedro Réquio

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Joel Serrão
“A ideologia é a negação tácita ou efectiva da atitude e da metodologia científicas - a sua pretensa ou real «superação» do que à ciência, e só a ciência concerne; a história, enquanto ciência, nega-se ao que na ideologia se contém; o historiador, todavia, coabita com o cidadão - e como é que este se pode esquivar, como tal, às influências e às opções de carácter ideológico? A cidadania do homem-historiador anularia, pois, ou tenderia a anular, a objectividade que a sua ciência postula e exige como estatuto da sua própria existência?”
Joel Serrão, Emigração portuguesa: sondagem histórica

Mia Couto
“Listen, and you will realize that we are made not from cells or from atoms. We are made from stories.”
Mia Couto

J.G. Ballard
“The advanced societies of the future will not be governed by reason. They will be driven by irrationality, by competing systems of psychopathology.”
J.G. Ballard, J.G. Ballard: Quotes: Does the Future Have a Future?

Fernando Catroga
“O século XIX foi o ‘século da História’, porque foi igualmente o ‘século do culto dos mortos’. É certo que o cristianismo continuou a fornecer, ainda que com modificações, a narrativa cósmica, histórica e escatológica que dava sentido à vida individual e colectiva. Porém, os tempos modernos – com a sua centração mais subjectiva e imanente, e com a sua crescente crença na capacidade gnosiológica e ética da razão autónoma (sonho de poder expresso no novo ideal de ciência, nas novas concepções ético-sociais e políticas, e nos novos postulados da inteligibilidade do universo e da perfectibilidade humana) – conduziram a uma visão mais secularizada do mundo. Lentamente, esta alterou o modo como o homem ocidental concebia as suas relações com o espaço e com o tempo, provocando inevitáveis mudanças no campo tanatológico, em consequência de uma mais clara assunção do valor da história e da memória.
Fosse em termos exclusivos, ou em coexistência com a esperança transcendente, o aperfeiçoamento memorial aos mortos foi uma atitude que, embora enraizada no núcleo familiar, acabou por ser reproduzida por todos os grupos sociais (associações, partidos, Estado). E pode dizer-se que a sua gestão se mostrou tanto mais planificada, quanto mais extensa e contraditória era a sociabilidade que o culto pretendia reforçar, característica que permitiu pôr a nu a ligação estreita entre o(s) poder(es).
Não admira que tenham sido os meios agnósticos e materialistas, cujas expectativas se limitavam à sobrevivência memorial, a destacarem, com mais enfase, estes elos, bem como a função social das práticas evocativas e comemorativas. Por isso, este estudo, ao procurar apreender os caminhos que levariam ao céu da memória, teve de articulá-los com as lutas pela secularização dos cemitérios, de modo a poder demonstrar que tais reivindicações se inseriam no combate pelo reconhecimento dos direitos fundamentais do indivíduo, e pela realização do ideal moderno de cidadania.”
Fernando Catroga, O Céu da Memória: Cemitério Romântico e Culto Cívico dos Mortos em Portugal

Thomas Pynchon
“You can only cruise the boulevards of regret so far, and then you've got to get back up onto the freeway again.”
Thomas Pynchon, Inherent Vice

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