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“Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;”
―
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;”
―
“(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)”
―
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)”
―
“Quero dos deuses só que me não lembrem.
Serei livre — sem dita nem desdita,
Como o vento que é a vida
Do ar que não é nada
O ódio e o amor iguais nos buscam; ambos,
Cada um com seu modo nos oprimem.
A quem deuses concedem
Nada, tem liberdade”
―
Serei livre — sem dita nem desdita,
Como o vento que é a vida
Do ar que não é nada
O ódio e o amor iguais nos buscam; ambos,
Cada um com seu modo nos oprimem.
A quem deuses concedem
Nada, tem liberdade”
―
“Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações no encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas de dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.”
― Sentimento do Mundo
onde as formas e as ações no encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas de dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.”
― Sentimento do Mundo
“For no Reason?"
"For every reason". Rie emptied her sake cup. "Let's start with how she viewed my dad. He was your typical king of the hill. We couldn't say anything growing up. I was a kid, and a girl on top of that, so he never saw me as a real person. I never even heard the guy call my mother by name. It was always Hey you. We were constantly on red alert because my dad would beat the shit out of us or break things for no reason. Of course, outside the home, he was a pillar of the community. He ran the neighborhood council, and all that. My mom was my mom, always laughing it off, running the bath for him, cleaning up after him, feeding him. She looked after both of his parents all the way to the end, too. There was no inheritance, either. Yeah, my mom was free labor - free labor with a pussy.”
― Breasts and Eggs
"For every reason". Rie emptied her sake cup. "Let's start with how she viewed my dad. He was your typical king of the hill. We couldn't say anything growing up. I was a kid, and a girl on top of that, so he never saw me as a real person. I never even heard the guy call my mother by name. It was always Hey you. We were constantly on red alert because my dad would beat the shit out of us or break things for no reason. Of course, outside the home, he was a pillar of the community. He ran the neighborhood council, and all that. My mom was my mom, always laughing it off, running the bath for him, cleaning up after him, feeding him. She looked after both of his parents all the way to the end, too. There was no inheritance, either. Yeah, my mom was free labor - free labor with a pussy.”
― Breasts and Eggs
Our Shared Shelf
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OUR SHARED SHELF IS CURRENTLY DORMANT AND NOT MANAGED BY EMMA AND HER TEAM. Dear Readers, As part of my work with UN Women, I have started reading ...more
Middle East/North African Lit
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Rassemblons les lecteurs francophones Que vous soyez de France, de Belgique, de Suisse, du Québec, ou de tout autre pays francophone, ou bien si vous ...more
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Julia’s 2025 Year in Books
Take a look at Julia’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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