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Moderna gramática portuguesa (Portuguese Edition) Moderna gramática portuguesa (Portuguese Edition)
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 608 of 1192
A flexão consiste fundamentalmente no morfema aditivo sufixal acrescido ao radical, enquanto a derivação consiste no acréscimo ao radical de um sufixo lexical ou derivacional: casa + s: casas (flexão de plural); casa + inha: casinha (derivação).
Apr 22, 2026 09:21PM Add a comment
Moderna Gramática Portuguesa - 40º edição

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9) Proporcionais: quando iniciam oração que exprime um fato que ocorre, aumenta ou diminui na mesma proporção daquilo que se declara na oração principal: à medida que, à proporção que, ao passo que, (tanto mais)... quanto mais, (tanto mais)... quanto menos, (tanto menos)... quanto mais, (tanto mais)... menos, etc.:
“Quanto mais atentava na revelação da carta, mais o coração lhe bradava contra ela.”
Apr 22, 2026 08:53PM Add a comment
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8) Modais: quando iniciam oração que exprime o modo pelo qual se executou o fato expresso na oração principal: sem que, como:
Fez o trabalho sem que cometesse erros graves.
Entrou na sala como bem quis.
Apr 22, 2026 08:52PM Add a comment
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7) Finais: quando iniciam oração que exprime a intenção, o objetivo, a finalidade da declaração expressa na oração principal: para que, a fim de que, que (para que), porque (para que):
“Levamos ao Japão o nosso nome, para que outros mais felizes implantassem naquela terra singular os primeiros rudimentos da civilização ocidental”
Apr 22, 2026 08:44PM Add a comment
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6) Consecutivas: quando iniciam oração que exprime o efeito ou consequência do fato expresso na oração principal. A unidade consecutiva é que, que se prende a uma expressão de natureza intensiva como tal, tanto, tão, tamanho, posta na oração principal. Estes termos intensivos podem facilmente calar-se:
“Os povos exigem tanto dos seus validos, que estes em breve tempo se enfadam e os atraiçoam” [MM].
Apr 22, 2026 08:42PM Add a comment
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5) Conformativas: quando iniciam oração que exprime um fato em conformidade com outro expresso na oração principal: como, conforme, segundo, consoante:
“Tranquilizei-a como pude” [MA.1, 174].
Fez os exercícios conforme o professor determinou.
Apr 22, 2026 08:40PM Add a comment
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4) Condicionais (e hipotéticas): quando iniciam oração que em geral exprime:
a) uma condição necessária para que se realize ou se deixe de realizar o que se declara na oração principal;
b) um fato – real ou suposto – em contradição com o que se exprime na principal.
Apr 22, 2026 08:40PM Add a comment
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3) Concessivas: quando iniciam oração que exprime que um obstáculo – real ou suposto – não impedirá ou modificará a declaração da oração principal: ainda que, embora, posto que (= ainda que, embora), se bem que, apesar de que, etc.:
“Ainda que perdoemos aos maus, a ordem moral não lhes perdoa, e castiga a nossa indulgência”
Apr 21, 2026 05:25PM Add a comment
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2) Comparativas: quando iniciam oração que exprime o outro termo da comparação. A comparação pode ser assimilativa ou quantitativa. É assimilativa “quando consiste em assimilar uma coisa, pessoa, qualidade ou fato a outra mais impressionante, ou mais conhecida” [MC.3, II, 48]. As unidades comparativas assimilativas são como ou qual, podendo estar em correlação com assim ou tal postos na oração principal
Apr 21, 2026 05:23PM Add a comment
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1) Causais: quando iniciam oração que exprime a causa, o motivo, a razão do pensamento da oração principal: que (= porque), porque, como (= porque, sempre anteposta a sua principal, no português moderno), visto que, visto como, já que, uma vez que (com verbo no indicativo), desde que (com o verbo no indicativo)
Apr 21, 2026 05:21PM Add a comment
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Conjunções adversativas
Enlaçam unidades apontando uma oposição entre elas. As adversativas por excelência são mas, porém e senão.
Ao contrário das aditivas e alternativas, que podem enlaçar duas ou mais unidades, as adversativas se restringem a duas. Mas e porém acentuam a oposição; senão marca a incompatibilidade
Apr 21, 2026 05:11PM Add a comment
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Conjunções alternativas
Como o nome indica, enlaçam as unidades coordenadas matizando-as de um valor alternativo, quer para exprimir a incompatibilidade dos conceitos envolvidos, quer para exprimir a equivalência deles. A conjunção alternativa por excelência é ou, sozinha ou duplicada junto a cada unidade
Apr 21, 2026 04:36PM Add a comment
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Conjunções aditivas
A aditiva apenas indica que as unidades que une (palavras, grupos de palavras e orações) estão marcadas por uma relação de adição. Temos dois conectores aditivos: e (para a adição das unidades positivas) e nem (para as unidades negativas).
Apr 21, 2026 04:33PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 574 of 1192
As conjunções coordenadas reúnem orações que pertencem ao mesmo nível sintático: dizem-se independentes umas das outras e, por isso mesmo, podem aparecer em enunciados separados.
Pedro fez concurso para medicina, e Maria se prepara para a mesma profissão.
Como sua missão é reunir unidades independentes, também “conecta” duas unidades menores que a oração, desde que do mesmo valor funcional dentro de mesmo enunciado.
Apr 21, 2026 04:31PM Add a comment
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 554 of 1192
Se o substantivo estiver usado em sentido indeterminado, não estará precedido de artigo definido e, portanto, não ocorrerá à, mas sim simples a, que será mera preposição, como no exemplo: Ipanema perderá mais uma casa à beira-mar. O imóvel foi vendido a construtora (= a uma construtora) e será demolido para dar lugar a prédio (= a um prédio).
Apr 20, 2026 07:01PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 551 of 1192
Este último exemplo nos faz lembrar o cuidado de não se confundir o conjunto a ver com o verbo haver: O presidente disse que aquele assunto não tinha nada a ver (e não haver) com o outro.

O Bechara já estava ligado nesse fenômeno curiosíssimo das redes sociais em que as pessoas escrevem "nada haver" hahaha
Apr 20, 2026 06:57PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 534 of 1192
Chama-se preposição a uma unidade linguística desprovida de independência – isto é, não aparece sozinha no discurso, salvo por hipertaxe – e, em geral, átona, que se junta a substantivos, adjetivos, verbos e advérbios para marcar as relações gramaticais que elas desempenham no discurso, quer nos grupos unitários nominais, quer nas orações.
Apr 20, 2026 06:11PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 437 of 1192
Rizotônica é a forma verbal cuja sílaba tônica se acha numa das sílabas do radical:
quero, canto, canta, vendem, feito
Arrizotônica é a forma verbal cuja sílaba tônica se acha fora do radical:
queremos, cantais, direi, vendido
Apr 17, 2026 06:26PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 430 of 1192
a constituição da forma verbal portuguesa é: t (r + vt) + d (dmt + dnp), em que t = tema; r = radical; vt = vogal temática; d = desinência; dmt = desinência modotemporal e dnp = desinência numeropessoal.
Apr 17, 2026 06:21PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 429 of 1192
Assim se chamam os verbos deixar, mandar, fazer e sinônimos (causativos) e ver, ouvir, olhar, sentir e sinônimos (sensitivos) que, juntando-se a infinitivo ou gerúndio, não formam locução verbal, mas, muitas vezes, se comportam sintaticamente como tal, isto é, acusam relações internas que se estabelecem dentro do grupo entre o infinitivo e os termos que o acompanham, como veremos no lugar próprio.
Apr 17, 2026 05:59PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 425 of 1192
Chama-se locução verbal a combinação das diversas formas de um verbo auxiliar com o infinitivo, gerúndio ou particípio de outro verbo que se chama principal: hei de estudar, estou estudando, tenho estudado. Muitas vezes o auxiliar empresta um matiz semântico ao verbo principal, dando origem aos chamados aspectos do verbo.
Apr 17, 2026 05:55PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 421 of 1192
Abundante é o verbo que apresenta duas ou três formas de igual valor e função: havemos e hemos; constrói e construi; pagado e pago; nascido, nato, nado (pouco usado).
Normalmente esta abundância de forma ocorre no particípio.
Apr 17, 2026 05:53PM Add a comment
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 419 of 1192
Defectivo é o verbo que, na sua conjugação, não apresenta todas as formas: colorir, precaver-se, reaver, etc. É preciso não confundi-lo com os verbos chamados impessoais e unipessoais, que, como veremos, só se usam nas terceiras pessoas. Suprimos, quando necessário, as lacunas de um defectivo empregando um sinônimo (derivado ou não do defectivo): Eu recupero (para reaver); eu redimo (para remir).
Apr 17, 2026 05:48PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 418 of 1192
Não entram no rol dos verbos irregulares aqueles que, para conservar a pronúncia, têm de sofrer variação de grafia:
carregar – carregue – carreguei – carregues
ficar – fico – fiquei – fique
Não há, portanto, os irregulares gráficos.
Apr 17, 2026 05:43PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 418 of 1192
Irregular é o verbo que, em algumas formas, apresenta modificação no radical ou na flexão, afastando-se do modelo da conjugação a que pertence:
a) variação no radical em comparação com o infinitivo:
ouvir – ouço; dizer – digo; perder – perco;
b) variação na flexão em relação ao modelo: estou (veja-se canto), estás (veja-se cantas, um tônico e outro átono).
Apr 17, 2026 05:41PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 416 of 1192
As formas nominais do verbo se derivam do tema (radical + vogal temática) acrescido das desinências:
a) -r: para o infinitivo: canta-r, vende-r, parti-r
b) -do (ou -to, -so) para o particípio: canta-do, vendi-do, parti-do, acei-to, revol-to, ace-so, pre-so
c) -ndo: para o gerúndio: canta-ndo, vende-ndo, parti-ndo
Apr 17, 2026 05:39PM Add a comment
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Adriana Scarpin is on page 415 of 1192
Formas nominais do verbo
Assim se chamam o infinitivo, o particípio e o gerúndio, porque, ao lado do seu valor verbal, podem desempenhar função de nomes. O infinitivo pode ter função de substantivo (recordar é viver = a recordação é vida); o particípio pode valer por um adjetivo (homem sabido), e o gerúndio por um advérbio ou adjetivo (amanhecendo, sairemos = logo pela manhã sairemos; água fervendo = água fervente)
Apr 17, 2026 05:06PM Add a comment
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 413 of 1192
A voz passiva difere da reflexiva de sentido passivo em dois aspectos:
1) pode apresentar o verbo em qualquer pessoa, enquanto a reflexiva só se constrói na 3.ª pessoa com o pronome se (conhecido também pela denominação de “apassivador”):
Eu fui visitado pelos meus parentes.
2) pode seguir-se de uma expressão que denota o agente da passiva, enquanto a reflexiva dispensa:
Eu fui visitado pelos parentes.
Apr 17, 2026 04:54PM Add a comment
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 411 of 1192
As vozes do verbo
a) ativa: forma em que o verbo se apresenta para normalmente indicar que a pessoa a que se refere é o agente da ação. A pessoa diz-se, neste caso, agente da ação verbal: Eu escrevo a carta.
b) passiva: forma verbal que indica que a pessoa é o objeto da ação verbal. A pessoa, neste caso, diz-se paciente da ação verbal: A carta é escrita por mim.
A passiva é ser, estar, ficar seguido de particípio.
Apr 16, 2026 03:53PM Add a comment
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Adriana Scarpin
Adriana Scarpin is on page 411 of 1192
Os modos do verbo
Posição do falante em face da relação entre a ação verbal e seu agente:
a) indicativo fatos verossímeis ou tidos: canto, cantei, cantava, cantarei
b) subjuntivo fatos incertos: talvez cante, se cantasse
c) condicional fatos dependentes de certa condição: cantaria
d) optativo ação desejada pelo agente: E viva eu cá na terra sempre triste.
e) imperativo relação a um ato que se exige do agente: cantai
Apr 16, 2026 03:49PM Add a comment
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