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Autobiografia Não Autorizada (Autobiografia, #1) by
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Alexandra Rodrigues
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"Em criança, também não percebia o que os adultos diziam nas conversas sobre trabalho e outros assuntos sérios, mas o
resultado era o oposto, o mundo tornava-se extremamente complexo. Quando cresceres logo percebes, prometiam-me. Mentira. Cresci e continuo a não perceber a maior parte das coisas."
— Jan 21, 2026 06:31AM
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resultado era o oposto, o mundo tornava-se extremamente complexo. Quando cresceres logo percebes, prometiam-me. Mentira. Cresci e continuo a não perceber a maior parte das coisas."
Alexandra Rodrigues
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"É uma maria-rapaz, Se não tem mão nela não se livra de um desgosto, Há coisas que uma
menina não deve fazer. A lista das coisas que uma menina não devia fazer aumentava de dia para dia, assim como a dos cuidados que uma menina devia ter, uma humilhante lista escrita ao longo dos séculos que (...) ia condicionando o meu pensamento, a maneira de me comportar, as minhas opções de vida."
— Jan 20, 2026 09:12AM
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menina não deve fazer. A lista das coisas que uma menina não devia fazer aumentava de dia para dia, assim como a dos cuidados que uma menina devia ter, uma humilhante lista escrita ao longo dos séculos que (...) ia condicionando o meu pensamento, a maneira de me comportar, as minhas opções de vida."
Alexandra Rodrigues
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"Hoje estou convencida de que não fugimos de um sitio mas para um sítio. Para a quimera que nos estende a mão. E sempre para a quimera que fugimos. Senão deixamo-nos estar. Enquanto desconhecemos o que não temos, o que temos nunca nos é insuportável. Ainda que estejamos mal e que nos maltratem. Recusarmos a promessa do que sabemos possível e desejamos, isso sim, é insuportável. (...)é preciso ter coragem e fugir(..)"
— Jan 19, 2026 09:56AM
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Alexandra Rodrigues
is on page 55 of 232
"Foram tantas as ocasiões em que o
chamei e ele não me ligou, que não podia esperar que esta fosse diferente. Mas redentoramente foi. Talvez por haver já na
minha voz mais invocacão do que chamamento ou porque os nossos nomes também servem para isso, para darmos conta
quando parte de nós se desprendeu e é preciso parar. Os nossos nomes (...) que nos prendem à nascença (...) a religar-nos aos outros."
— Jan 18, 2026 04:28AM
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chamei e ele não me ligou, que não podia esperar que esta fosse diferente. Mas redentoramente foi. Talvez por haver já na
minha voz mais invocacão do que chamamento ou porque os nossos nomes também servem para isso, para darmos conta
quando parte de nós se desprendeu e é preciso parar. Os nossos nomes (...) que nos prendem à nascença (...) a religar-nos aos outros."
Alexandra Rodrigues
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"Ainda assim não parei. A vida é demasiado acelerada para paixões. E ainda mais o é para amores.
(...)
Todas as infâncias são longas na sua brevidade (...)."
— Jan 18, 2026 04:00AM
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(...)
Todas as infâncias são longas na sua brevidade (...)."
Ana
is on page 135 of 232
Ai, Dulcita, escreves de forma soberba!!!
— Dec 20, 2025 01:38AM
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