Katya’s Reviews > Susan Sontag - A Entrevista Completa da Rolling Stone > Status Update
Katya
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Não podemos zangar-nos com a natureza. Não podemos zangar-nos com a biologia.Todos nós vamos morrer — coisa muito difícil de admitir — e todos nós passamos por este processo(.) Estamos presos nesta coisa perecível(.) Não é so o facto de às tantas deixar de funcionar como uma máquina que foi concebida para durar um determinado tempo, mas também ir-se deteriorando(.) é uma experiência muito triste.
— Jan 22, 2026 08:26AM
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Katya’s Previous Updates
Katya
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Temos corpos mais ou menos iguais, mas tipos de pensamentos muito diferentes. Estou convencida de que pensamos muito mais com os instrumentos fornecidos pela nossa cultura do que com os nossos corpos, e daí haver uma muito maior diversidade de pensamento no mundo. Tenho a impressão de que pensar é uma forma de sentir e que sentir é uma forma de pensar.
— Jan 27, 2026 09:19AM
Katya
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O que podemos fazer quando somos novos e o que podemos fazer quando somos velhos é tão arbitrário e tão despido de grande fundamento como é estabelecer o que uma mulher pode fazer ou o que um homem pode fazer.
— Jan 23, 2026 05:19AM
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Katya
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Jan 22, 2026 08:27AM
[Figas para que faça valer a molha!]
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Jonathan Cott foi um interlucutor maravilhoso. Sua entrevista com Bob Dylan no fim dos anos 70 e' legendaria, tocando em misticismo judaico, mitologia egipta e tarot, entre outras coisas. Sontag nunca para de pensar. E' uma idola para nossos tempos.
César wrote: "Já leste o Amante do Vulcão, li o ano passado. Os ensaios também são excelentes."Olá, César. Está nos planos avançar com "O amante do vulcão" ainda este ano. Sem promessas, no entanto... Talvez avance primeiro com mais não-ficção ;)
Obrigada pela recomendação.
Julio wrote: "Jonathan Cott foi um interlucutor maravilhoso. Sua entrevista com Bob Dylan no fim dos anos 70 e' legendaria, tocando em misticismo judaico, mitologia egipta e tarot, entre outras coisas. Sontag nu..."É verdade, Júlio. Cott era um belíssimo instigador de conversa: alguém que se coloca ao nível dos entrevistados (não acima ou abaixo), num registo sério, mas não forçado, oferecendo sempre a linha que ajuda a conduzir a conversa, sem ser excessivo, e sem forçar. Que pena que as coisas boas não possam durar para sempre... Tenho ainda por ler "Let it be"; "Days That I'll Remember: Spending Time with John Lennon and Yoko Ono"; e a entrevista a Glenn Gould - outro dos favoritos do entrevistador.
Mas esta entrevista é brilhante: profunda, sensível, culturalmente engajada, transdisciplinar...e dizia Sontag não ser uma mulher culta!



