Katya’s Reviews > A Mulher e a Medicina > Status Update
Katya
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Para alertar os leitores de que os pensamentos negativos de uma mãe podiam bloquear o potencial de um filho e resultar em «perda racial», Stopes contou uma história sobre Oscar Wilde - um «génio... maculado por terríveis crimes sexuais». Segundo Stopes, a mãe de Wilde tinha ansiado por uma filha enquanto estava grávida, e culpava-se por ter «moldado» as suas «inclinações perversas» com os seus próprios pensamentos.
— 17 hours, 13 min ago
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Katya’s Previous Updates
Katya
is on page 138 of 470
Além da escassez ou excesso de sexo, as causas de «irritação ovárica»(...)incluiam andar a cavalo e de comboio durante a menstruação. As mulheres propensas ao nervosismo eram mais vulneráveis, bem como as raparigas de pestanas longas.(...) As mulheres podiam sobre-excitar os seus ovários ao olhar para livros e imagens, ter conversas, ouvir música.(...) Os prazeres da literatura podiam até causar um orgasmo.
— Feb 04, 2026 11:19AM
Katya
is on page 93 of 470
Dezassete mulheres (...) tinham sido declaradas culpadas [de bruxaria] por um júri com base na robustez de uma história absurda contada por um rapaz chamado Edmund Robinson (...) e não tardou a que despertassem suspeitas na aldeia sobre os poderes ocultos das mulheres locais.
(...)Posteriormente, Robinson confessou ter inventado toda a história para evitar levar uma tareia do pai por chegar tarde a casa.
— Jan 30, 2026 01:20PM
(...)Posteriormente, Robinson confessou ter inventado toda a história para evitar levar uma tareia do pai por chegar tarde a casa.
Katya
is on page 44 of 470
O útero da mulher, vazio e seco por não estar a ser preenchido, tinha subido em direção ao fígado, em busca de humidade. Daí, tinha-lhe bloqueado o diafragma, roubando-lhe a respiração. (.)A mulher estava a ser sufocada pelo seu próprio útero. (.)Se tivesse feito sexo regularmente, poderia ter sido poupada àquele sofrimento.
[Quem nunca...
Morrer sufocada pelo útero deve ser cá uma experiência!]
— Jan 28, 2026 10:55AM
[Quem nunca...
Morrer sufocada pelo útero deve ser cá uma experiência!]
Katya
is on page 33 of 470
Falar sobre o nosso corpo é profundamente feminista. É generoso e corajoso revisitar e recordar o trauma da dor, e um gesto radical, numa cultura que tende a duvidar e a não acreditar nas mulheres. É um risco mas, ao mesmo tempo, é um ato de desafio contra as estruturas de poder no mundo dos homens que prefeririam que não falássemos.
— Jan 28, 2026 10:15AM

