Luís’s Reviews > O Anjo da História > Status Update

Luís
Luís is on page 34 of 219
Contribui para o reconhecimento do capitalismo como religião a tomada de consciência de que o paganismo primitivo não começou com certeza por ver a religião como algo com interesse «superior» e «moral», mas imediatamente prático, ou seja, por outras palavras, que ele, tal como o capitalismo de hoje, não estava consciente da sua natureza «ideal» ou «transcendente». (...)
Jul 15, 2023 12:48PM
O Anjo da História

5 likes ·  flag

Luís’s Previous Updates

Luís
Luís is on page 144 of 219
(...)
«A glória final dos coruchéus chineses», escreve ele, «não é a de neles se espelhar uma arte popular anónima. Não há livro de heróis que dê testemunho dos seus criadores.»
(...)
Jul 15, 2023 06:05PM
O Anjo da História


Luís
Luís is on page 105 of 219
Não há esperança de futuro para a Alemanha se não se destruírem os traços de Medusa daqueles que aqui se lhe opõem. Destruí-los, ou talvez melhor, aligeirá-los. Não com exortação benevolente ou amor, que aqui estariam deslocados; nem abrindo caminho à argumentação ou à ávida persuasão pelo debate. (...)
Jul 15, 2023 04:49PM
O Anjo da História


Luís
Luís is on page 93 of 219
(...)
Na concepção suprema de Bachofen, reencontrava-se esse solo onde - segundo se lê na autobiografia - «a roda da vida ... deixou gravado um sulco mais profundo». O solo romano fora-lhe dado como penhor de uma harmonia que ele próprio, graças a uma feliz complexão, haveria de viver no próprio pensamento, mas que a história acabaria por refazer várias vezes.
Jul 15, 2023 04:13PM
O Anjo da História


Luís
Luís is on page 71 of 219
(...)
Desprezível é, porém, todo o poder mítico, o poder instituinte do Direito, a que se poderia chamar o poder que permite ao homem pôr. Desprezível é também o poder que mantém o Direito, o poder administrado que serve o primeiro. Ao poder divino, que é insígnia e selo, mas nunca meio para a execução sagrada de uma pena, chamaremos o poder que dispõe.
Jul 15, 2023 03:27PM
O Anjo da História


Luís
Luís is on page 54 of 219
(...)
O exemplo da greve, porém, mostra que ela é capaz disso, que tem condições de instaurar e modificar relações jurídicas, por mais que o sentimento de justiça possa sair ofendido. É fácil objectar-se que uma tal função do poder da violência é ocasional e esporádica. A análise da violência da guerra refutará essa objecção.
Jul 15, 2023 02:30PM
O Anjo da História


No comments have been added yet.