Vaidade Quotes
Quotes tagged as "vaidade"
Showing 1-6 of 6
“Extermino minha vaidade com meu orgulho evitando a vitória de elogios e adulações.”
― Caro Jovem Adulto
― Caro Jovem Adulto
“Ao receber elogios melhoro minha autoestima pela vaidade, ao produzir obras melhoro minha autoestima pelo orgulho.”
― Caro Jovem Adulto
― Caro Jovem Adulto
“Viver só de aparência mostra é muita carência!”
― Pierrot & Columbina (Amor de Pierrot Livro 1)
― Pierrot & Columbina (Amor de Pierrot Livro 1)
“Não era feita para as paixões, a não ser as paixões ridículas que a vaidade impõe. Ela amava antes de tudo a sua própria beleza; o seu melhor amigo era o que dissesse que ela era mais bela entre as mulheres; mas se lhe dava a sua amizade, não lhe daria nunca o seu coração; isso a salvava.
(O segredo de Augusta)”
― Contos Completos de Machado de Assis, Volume 1
(O segredo de Augusta)”
― Contos Completos de Machado de Assis, Volume 1
“O homem vive atormentado durante toda a sua existência e nunca obtém aquilo de que precisa, quanto mais aquilo que deseja. Com teorias como as vossas, os homens apenas satisfazem a eterna necessidade de jogo, lisonjeiam a própria vaidade e enganam-se a si próprios e aos outros. Esta é que é a verdade, ou, pelo menos, assim me parece.
(...)
Todas as tuas teorias, as tuas numerosíssimas ocupações espirituais, assim como os teus amores e as tuas amizades provêm apenas de uma coisa: a tua ambição. E essa ambição é falsa e doentia porque vem da tua vaidade, única e exclusivamente da tua vaidade.
(...)
No momento em que uma coisa deixa de alimentar a tua vaidade, ela perde todo o sentido para ti e já não a desejas, nem sequer estás pronto a mexer um dedo para a obter. Por causa dela trais-te a ti mesmo, porque és escravo da tua própria vaidade.
(..)
Para ti nada é verdadeiramente importante e , no fundo, não sentes amor nem ódio, porque, para sentires um ou outro, terias, pelo menos, de sair por um momento de ti próprio, esquecer-te de ti e dar um passo além de ti e da tua vaidade. Mas isso é coisa que não podes, nem há nada que te leve a fazê-lo, mesmo que fosses capaz. A desgraça de outrem não pode dar-te pena, e muito menos desgosto; nem sequer o teu próprio infurtúnio, desde que te lisonjeie a vaidade. Nada desejas e em nada encontras satisfação. Nem invejoso és, não por bondade, mas por um egoísmo ilimitado, porque não chegas a reparar na felicidade ou na infelicidade dos outros. Não há nada que te possa comover nem mudar. Tu não receias nada, não porque sejas corajoso, mas porque em ti todos os impulsos sadios estão atrofiados, porque além da tua vaidade nada existe para ti, nem os laços de sangue, nem consciências, nem Deus, nem o mundo, nem a família, nem os amigos. Nem sequer aprecias as tuas próprias qualidades naturais. Em vez de consciência, é apenas a tua vaidade ferida que te pode estimular, porque só ela, sempre e em tudo, fala pela tua boca e determina os teus passos.
(...)
E ainda antes de as teres conquistado, já estás farto, porque a tua vaidade se enoja e procura qualquer outra coisa nova. Mas é precisamente isso, no facto de nada te deter, de nada te satisfazer ou saciar, que está também a tua perdição. Submetes tudo à tua viadade, mas tu próprio és o primeiro dos seus escravos e o seu maior mártir. É muito possível que venhas a obter ainda maior glória e sucesso, de certeza sucessos muito maiores do que seduzir simples raparigas entontecidas, mas nunca encontrarás satisfação em nada, porque a tua vaidade te arrastará sempre para mais longe, porque ela engole tudo, até os maiores sucessos, e logo os esquece, tal como nunca esquece as frustrações e as ofensas, por mais pequenas que sejam. E quando tudo estiver consumido, quebrado, maculado, humilhado, desintefrado e destruído à tua volta, então ficarás só nesse deserto que tu próprio criaste, cara a cara com a tua vaidade, e não terás nada para lhe oferecer. Então vais devorar-te a ti próprio, mas de nada te servirá, porque a tua vaidade, habituada a um alimento mais rico, vai desprezar-te e rejeitar-te.”
― The Bridge on the Drina
(...)
Todas as tuas teorias, as tuas numerosíssimas ocupações espirituais, assim como os teus amores e as tuas amizades provêm apenas de uma coisa: a tua ambição. E essa ambição é falsa e doentia porque vem da tua vaidade, única e exclusivamente da tua vaidade.
(...)
No momento em que uma coisa deixa de alimentar a tua vaidade, ela perde todo o sentido para ti e já não a desejas, nem sequer estás pronto a mexer um dedo para a obter. Por causa dela trais-te a ti mesmo, porque és escravo da tua própria vaidade.
(..)
Para ti nada é verdadeiramente importante e , no fundo, não sentes amor nem ódio, porque, para sentires um ou outro, terias, pelo menos, de sair por um momento de ti próprio, esquecer-te de ti e dar um passo além de ti e da tua vaidade. Mas isso é coisa que não podes, nem há nada que te leve a fazê-lo, mesmo que fosses capaz. A desgraça de outrem não pode dar-te pena, e muito menos desgosto; nem sequer o teu próprio infurtúnio, desde que te lisonjeie a vaidade. Nada desejas e em nada encontras satisfação. Nem invejoso és, não por bondade, mas por um egoísmo ilimitado, porque não chegas a reparar na felicidade ou na infelicidade dos outros. Não há nada que te possa comover nem mudar. Tu não receias nada, não porque sejas corajoso, mas porque em ti todos os impulsos sadios estão atrofiados, porque além da tua vaidade nada existe para ti, nem os laços de sangue, nem consciências, nem Deus, nem o mundo, nem a família, nem os amigos. Nem sequer aprecias as tuas próprias qualidades naturais. Em vez de consciência, é apenas a tua vaidade ferida que te pode estimular, porque só ela, sempre e em tudo, fala pela tua boca e determina os teus passos.
(...)
E ainda antes de as teres conquistado, já estás farto, porque a tua vaidade se enoja e procura qualquer outra coisa nova. Mas é precisamente isso, no facto de nada te deter, de nada te satisfazer ou saciar, que está também a tua perdição. Submetes tudo à tua viadade, mas tu próprio és o primeiro dos seus escravos e o seu maior mártir. É muito possível que venhas a obter ainda maior glória e sucesso, de certeza sucessos muito maiores do que seduzir simples raparigas entontecidas, mas nunca encontrarás satisfação em nada, porque a tua vaidade te arrastará sempre para mais longe, porque ela engole tudo, até os maiores sucessos, e logo os esquece, tal como nunca esquece as frustrações e as ofensas, por mais pequenas que sejam. E quando tudo estiver consumido, quebrado, maculado, humilhado, desintefrado e destruído à tua volta, então ficarás só nesse deserto que tu próprio criaste, cara a cara com a tua vaidade, e não terás nada para lhe oferecer. Então vais devorar-te a ti próprio, mas de nada te servirá, porque a tua vaidade, habituada a um alimento mais rico, vai desprezar-te e rejeitar-te.”
― The Bridge on the Drina
All Quotes
|
My Quotes
|
Add A Quote
Browse By Tag
- Love Quotes 102k
- Life Quotes 80.5k
- Inspirational Quotes 77k
- Humor Quotes 44.5k
- Philosophy Quotes 31.5k
- Inspirational Quotes Quotes 29k
- God Quotes 27k
- Wisdom Quotes 25k
- Truth Quotes 25k
- Romance Quotes 24.5k
- Poetry Quotes 23.5k
- Life Lessons Quotes 23k
- Quotes Quotes 21k
- Death Quotes 20.5k
- Happiness Quotes 19k
- Hope Quotes 19k
- Faith Quotes 18.5k
- Inspiration Quotes 18k
- Spirituality Quotes 16k
- Motivational Quotes 16k
- Relationships Quotes 16k
- Religion Quotes 15.5k
- Life Quotes Quotes 15.5k
- Writing Quotes 15k
- Love Quotes Quotes 15k
- Success Quotes 14k
- Motivation Quotes 14k
- Time Quotes 13k
- Motivational Quotes Quotes 12k
- Science Quotes 12k
