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Ruben Teixeira
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“que quer o anarquista? A liberdade —a liberdade para si e para os outros, para a humanidade inteira. Quer estar livre da influência ou da pressão das ficções sociais; quer ser livre tal qual nasceu e apareceu no mundo, que é como em justiça deve ser; e quer essa liberdade para si e para todos os mais. Nem todos podem ser iguais perante a Natureza: uns nascem altos, outros baixos; uns fortes, outros fracos; uns mais inteligentes, outros menos... Mas
todos podem ser iguais daí em diante; só as ficções sociais o evitam. Essas ficções sociais é que era preciso destruir.
Era preciso destrui-las... Mas não me escapou uma coisa: era preciso destrui-las mas em proveito da liberdade, e tendo sempre em vista a criação da sociedade livre. Porque isso de destruir as ficções sociais tanto pode ser para criar liberdade, ou preparar o caminho da liberdade, como para estabelecer outras ficções sociais diferentes, igualmente más porque igualmente ficções. Aqui é que era preciso cuidado. Era preciso acertar com um processo de acção, qualquer que fosse a sua violência ou a sua não-violência (porque contra as injustiças sociais tudo era legítimo), pelo qual se contribuísse para destruir as ficções sociais sem, ao mesmo tempo, estorvar a criação da liberdade futura; criando já mesmo, caso fosse possível, alguma coisa da liberdade futura.”
― El banquero anarquista
todos podem ser iguais daí em diante; só as ficções sociais o evitam. Essas ficções sociais é que era preciso destruir.
Era preciso destrui-las... Mas não me escapou uma coisa: era preciso destrui-las mas em proveito da liberdade, e tendo sempre em vista a criação da sociedade livre. Porque isso de destruir as ficções sociais tanto pode ser para criar liberdade, ou preparar o caminho da liberdade, como para estabelecer outras ficções sociais diferentes, igualmente más porque igualmente ficções. Aqui é que era preciso cuidado. Era preciso acertar com um processo de acção, qualquer que fosse a sua violência ou a sua não-violência (porque contra as injustiças sociais tudo era legítimo), pelo qual se contribuísse para destruir as ficções sociais sem, ao mesmo tempo, estorvar a criação da liberdade futura; criando já mesmo, caso fosse possível, alguma coisa da liberdade futura.”
― El banquero anarquista
“Another thing is war. I am naturally warlike. Attacking is one of my instincts. Being able to be an enemy, being an enemy — these require a strong nature, perhaps; in any case every strong nature presupposes them. It needs resistances, so it seeks resistance: aggressive pathos is just as integrally necessary to strength as the feeling of revenge and reaction is to weakness. Woman, forinstance, is vengeful: that is a condition of her weakness, as is her sensitivity to other people’s afflictions. — The strength of anattacker can in a way be gauged by the opposition he requires; allgrowth makes itself manifest by searching out a more powerful opponent — or problem: for a philosopher who is warlike challenges problems to duels, too. The task is not to master all resistances, but only those against which one has to pit one’s entire strength, suppleness, and mastery-at-arms — opponents who are equal...”
― Ecce Homo
― Ecce Homo
“Life is a useless passion.”
― Being and Nothingness
― Being and Nothingness
“The surface of the Earth is the shore of the cosmic ocean. On this shore, we've learned most of what we know. Recently, we've waded a little way out, maybe ankle-deep, and the water seems inviting. Some part of our being knows this is where we came from. We long to return, and we can, because the cosmos is also within us. We're made of star stuff. We are a way for the cosmos to know itself.”
― Cosmos
― Cosmos
Ruben’s 2025 Year in Books
Take a look at Ruben’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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