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Maria Carmo
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“Há mais de dois mil e quinhentos anos nasceu no Nepal um homem chamado Siddharta Gautama, um príncipe pertencente a uma casta nobre e que vivia num palácio. Ao constatar, porém, que para lá do palácio a vida era feita de sofrimento, Siddharta abandonou tudo e foi para a Índia viver numa floresta como um asceta, dilacerado por uma pergunta: 'para quê viver quando tudo é dor?' Durante sete anos deambulou pela floresta em busca da resposta a essa pergunta. Cinco ascetas convenceram-no a jejuar, por acreditarem que a renúncia às necessidades do corpo criaria a energia espiritual que os conduziria à iluminação. Siddharta jejuou tanto que ficou esquelético e o seu umbigo tocou-lhe na coluna vertebral. No final, constatou que o corpo necessita de energia para alimentar a mente na sua busca. Decidiu, por isso, abandonar os caminhos extremos. Para ele, o verdadeiro caminho não era o da luxúria dos dois extremos. escolheu antes o caminho do meio, o do equilíbrio.
Um dia, após banhar-se no rio e ao comer um arroz-doce, sentou-se em meditação debaixo de uma figueira, uma árvore da iluminação, a que chamam Bodhi, e jurou que não sairia dali enquanto não atingisse a iluminação. Após quarenta e nove dias de meditação, chegou a noite em que alcançou finalmente a clarificação final de todas as suas dúvidas. Ele despertou por completo. Siddharta tornou-se Buda, o Iluminado.”
― A Fórmula de Deus
Um dia, após banhar-se no rio e ao comer um arroz-doce, sentou-se em meditação debaixo de uma figueira, uma árvore da iluminação, a que chamam Bodhi, e jurou que não sairia dali enquanto não atingisse a iluminação. Após quarenta e nove dias de meditação, chegou a noite em que alcançou finalmente a clarificação final de todas as suas dúvidas. Ele despertou por completo. Siddharta tornou-se Buda, o Iluminado.”
― A Fórmula de Deus
“O que diz um escritor quando lhe pomos um microfone diante da boca? A resposta é simples: coisas interessantes. Os escritores são pessoas que têm opiniões pensadas a propósito dos mais variados temas; podemos discordar do que dizem, mas é preciso reconhecer que exprimem geralmente considerações profundas sobre a escrita, o mundo e a vida.”
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“A arte é o produto da acção do homem, quando ele tenta transcender a sua condição animal e passar de criatura a criador. Ao pintar uma cena na floresta, o homem torna-se Deus porque cria numa tela a natureza, ao contar uma história num romance o homem torna-se Deus porque cria no papel a vida das pessoas. Deus é um artista, pelo que a arte é um acto divino.
... a arte tem sido sobretudo uma incessante busca pelo sentido da vida. A experiência da beleza é o que nos faz acreditar que o mundo tem um propósito, que as coisas desempenham uma função e ocupam um lugar próprio. Quando contemplamos a miríade de diamantes estrelares que mancham o céu nocturno, ou o pissitar melodioso do estorninho entre as folhas de um plátano... o espanto maravilhado que sentimos confirma-nos que o mundo é um lugar especial e que, enquanto elementos desse mundo, também nós somos especiais, abençoados pelo toque divino como se nós próprios fossemos divinos. O universo que abraça estas maravilhas também nos abraça a nós e nós fundimo-nos nele como se todos fôssemos um. A beleza confirma-nos subtilmente que a vida tem um sentido. Podemos não saber que sentido é esse mas intuímos pela tangibilidade da beleza que ele existe... Quando procuramos a beleza, estamos na verdade a procurar o propósito da nossa existência.”
― O Homem de Constantinopla
... a arte tem sido sobretudo uma incessante busca pelo sentido da vida. A experiência da beleza é o que nos faz acreditar que o mundo tem um propósito, que as coisas desempenham uma função e ocupam um lugar próprio. Quando contemplamos a miríade de diamantes estrelares que mancham o céu nocturno, ou o pissitar melodioso do estorninho entre as folhas de um plátano... o espanto maravilhado que sentimos confirma-nos que o mundo é um lugar especial e que, enquanto elementos desse mundo, também nós somos especiais, abençoados pelo toque divino como se nós próprios fossemos divinos. O universo que abraça estas maravilhas também nos abraça a nós e nós fundimo-nos nele como se todos fôssemos um. A beleza confirma-nos subtilmente que a vida tem um sentido. Podemos não saber que sentido é esse mas intuímos pela tangibilidade da beleza que ele existe... Quando procuramos a beleza, estamos na verdade a procurar o propósito da nossa existência.”
― O Homem de Constantinopla
“A arte não é uma coisa que exista naturalmente no mundo, trata-se antes de uma criação humana. A arte é o produto da acção do homem quando ele tenta transcender a sua condição animal e passar de criatura a criador. A arte surge quando alguém transforma um acto animal num objecto cultural que se pode tornar sublime. Ao pintar uma cena na floresta, o homem torna- se Deus porque cria numa tela a natureza, ao contar uma história num romance o homem torna- se Deus porque cria no papel a vida de pessoas, mesmo que imaginárias.”
― O Homem de Constantinopla
― O Homem de Constantinopla
Diz-me o que lês, dir-te-ei quem és
— 577 members
— last activity Jan 28, 2020 10:33AM
Grupo não restringindo unicamente a um único género literário. Não gostamos de rótulos, mas de ler.
Ghosts
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— last activity Apr 10, 2020 12:05PM
This group is for people seeking books about or including ghosts, either as fiction or nonfiction. Whether its a book about a local haunting, a manual ...more
Clube de Leitores em português
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Unir leitores e falantes da língua portuguesa, não importando se é nativo ou de outro país. Não é obrigatório que todos os livros citados sejam em por ...more
Fantasia em Portugal
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— last activity May 10, 2013 10:13AM
Tal como o nome (terrível mas foi o único que me ocorreu, sorry)explica, o grupo serve para falar de literatura relacionada com o Fantástico (e deriva ...more
Good Reads Vegetarians
— 566 members
— last activity Feb 04, 2020 03:43PM
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Maria’s 2025 Year in Books
Take a look at Maria’s Year in Books, including some fun facts about their reading.
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