Status Updates From As Palavras do Corpo
As Palavras do Corpo by
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tiago.
is on page 262 of 291
«Um tudo nada
mais fundo
um tudo nada
Um tudo nada
mais longe
e mais acima
Um tudo nada
mais torpe
um tudo nada
Um tudo nada
mais vasta e mais perdida»
— Mar 25, 2026 04:15PM
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mais fundo
um tudo nada
Um tudo nada
mais longe
e mais acima
Um tudo nada
mais torpe
um tudo nada
Um tudo nada
mais vasta e mais perdida»
tiago.
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«Retém em mim o olhar
entorna a boca
no poço
Corre os lábios
nos meus ombros
desce a vertigem no dorso
Troca a penumbra
das pernas
pelo luar do meu gosto
Deixa os dedos
encontrarem
a penumbra do pescoço»
— Mar 24, 2026 03:55PM
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entorna a boca
no poço
Corre os lábios
nos meus ombros
desce a vertigem no dorso
Troca a penumbra
das pernas
pelo luar do meu gosto
Deixa os dedos
encontrarem
a penumbra do pescoço»
tiago.
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«Vais nadando de bruços
e na viagem
preferes morrer de amor do que perdê-lo»
— Mar 18, 2026 04:06PM
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e na viagem
preferes morrer de amor do que perdê-lo»
tiago.
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«Vem devagar dizer como me amas
põe-me os teus dedos
debaixo dos cabelos
e inventa tudo aquilo que me chamas»
— Mar 16, 2026 03:58PM
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põe-me os teus dedos
debaixo dos cabelos
e inventa tudo aquilo que me chamas»
tiago.
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«E nada mais se inventa
que não cresça
naquilo que tu queres
e eu preciso»
— Mar 13, 2026 05:03PM
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que não cresça
naquilo que tu queres
e eu preciso»
tiago.
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«Tuas pálpebras
de seda quase lilás
Teus olhos
de verde-pinho
tua boca tão voraz
onde o sorriso fugaz
faz silêncio de mansinho
Teu hálito
mordendo os dedos
quando te entreabro a boca
Procurando conhecê-la
no segredo
que se solta»
— Feb 27, 2026 02:34PM
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de seda quase lilás
Teus olhos
de verde-pinho
tua boca tão voraz
onde o sorriso fugaz
faz silêncio de mansinho
Teu hálito
mordendo os dedos
quando te entreabro a boca
Procurando conhecê-la
no segredo
que se solta»
tiago.
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«Saberás tu da vertigem
só o vício?
Logo no começo
o fim do precipício»
— Feb 23, 2026 09:58AM
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só o vício?
Logo no começo
o fim do precipício»
tiago.
is on page 186 of 291
«Tu doce ou agressivo
tanto monta
Tu monte ou mar
tanto se usa
Se aí ficas preso
nesse esgar
a tentar entender a minha fuga (...)
Tu escutas o escusado
e só no excesso
me encontrarás a beijar-te o corpo todo
Sou eu a pôr aquilo
que tu vestes
e disponho daquilo que tu escondes
Tu rápido exacto
e porque não? - perdido
rasgado no meu peito o tempo todo.»
— Feb 19, 2026 12:42AM
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tanto monta
Tu monte ou mar
tanto se usa
Se aí ficas preso
nesse esgar
a tentar entender a minha fuga (...)
Tu escutas o escusado
e só no excesso
me encontrarás a beijar-te o corpo todo
Sou eu a pôr aquilo
que tu vestes
e disponho daquilo que tu escondes
Tu rápido exacto
e porque não? - perdido
rasgado no meu peito o tempo todo.»
tiago.
is on page 174 of 291
«A parte que é
anjo
do teu corpo
e me procura a meio
da madrugada
sobrevoando o lago
que é suposto
ser no meu sono
aquilo que calava
A parte que é
anjo
do teu corpo
e me visita
a meio da madrugada
descansado as asas
dos teus ombros
a meu lado:
em cima da almofada»
— Feb 12, 2026 02:53PM
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anjo
do teu corpo
e me procura a meio
da madrugada
sobrevoando o lago
que é suposto
ser no meu sono
aquilo que calava
A parte que é
anjo
do teu corpo
e me visita
a meio da madrugada
descansado as asas
dos teus ombros
a meu lado:
em cima da almofada»
tiago.
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«São tuas as pálpebras
dos meus dias»
— Feb 10, 2026 12:02AM
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dos meus dias»
tiago.
is on page 142 of 291
«Memória da boca
dos ombros
da tua mansa língua que caminha
A abrir-me devagar
a pouco
e pouco
Lugar onde a sede
se eterniza
piscina onde o tempo se desmancha
A anca repousada
que inclinas
as pernas retesadas que levantas
Mas logo estão os lábios
e se adormentam
no retomar da pele da saliva
A penetrar-me sem pressa
e mais sedento
o vínculo os corpos a vastidão do tempo»
— Feb 02, 2026 02:27PM
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dos ombros
da tua mansa língua que caminha
A abrir-me devagar
a pouco
e pouco
Lugar onde a sede
se eterniza
piscina onde o tempo se desmancha
A anca repousada
que inclinas
as pernas retesadas que levantas
Mas logo estão os lábios
e se adormentam
no retomar da pele da saliva
A penetrar-me sem pressa
e mais sedento
o vínculo os corpos a vastidão do tempo»
tiago.
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«Ardência funda planta em movimento
que trepa e fende fundidas já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde»
— Jan 26, 2026 12:27AM
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que trepa e fende fundidas já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde»
tiago.
is on page 74 of 291
«São cíclicos os sentidos
na lenta raiva dos meses
no cuidado com que visto
o amor todas as vezes
quantas contigo
me dispo
ou desfruto
deixo
e minto
Me deponho e me defendo
empunho
faca e fenda
no fundo sangue do tempo»
— Jan 09, 2026 01:04PM
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na lenta raiva dos meses
no cuidado com que visto
o amor todas as vezes
quantas contigo
me dispo
ou desfruto
deixo
e minto
Me deponho e me defendo
empunho
faca e fenda
no fundo sangue do tempo»
tiago.
is on page 67 of 291
«Se o caminhar em nós é tão secreto
como descer ainda mais degraus
para caminhos ainda mais desertos?»
— Jan 06, 2026 10:42PM
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como descer ainda mais degraus
para caminhos ainda mais desertos?»
tiago.
is on page 58 of 291
«Da tua voz
o corpo
o tempo já vencido
os dedos que me
vogam
nos cabelos
e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...
Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...
Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens»
— Jan 04, 2026 02:56PM
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o corpo
o tempo já vencido
os dedos que me
vogam
nos cabelos
e os lábios que me
roçam pela boca
nesta mansa tontura
em nunca tê-los...
Meu amor
que quartos na memória
não ocupamos nós
se não partimos...
Mas porque assim te invento
e já te troco as horas
vou passando dos teus braços que não sei
para o vácuo em que me deixas
se demoras
nesta mansa certeza que não vens»
tiago.
is on page 57 of 291
«Que manso e cego
o nó da tua voz!
Se desatá-lo pudesse
dos meus lábios...
Se apunhalá-lo pudesse
ou não custasse
adormecer e acordar
com ele em face»
— Jan 02, 2026 03:30PM
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o nó da tua voz!
Se desatá-lo pudesse
dos meus lábios...
Se apunhalá-lo pudesse
ou não custasse
adormecer e acordar
com ele em face»
tiago.
is on page 53 of 291
«Põe devagar os dedos
devagar...
e sobe devagar
até ao cimo
o suco lento que sentes
escorregar
é o suor das grutas
o seu vinho
Contorna o poço
aí tens de parar
descer, talvez
tomar outro caminho...
Mas põe os dedos
e sobe devagar...
Não tenhas medo
daquilo que te ensino»
— Jan 01, 2026 03:01PM
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devagar...
e sobe devagar
até ao cimo
o suco lento que sentes
escorregar
é o suor das grutas
o seu vinho
Contorna o poço
aí tens de parar
descer, talvez
tomar outro caminho...
Mas põe os dedos
e sobe devagar...
Não tenhas medo
daquilo que te ensino»
tiago.
is on page 52 of 291
«Se penso que te deixo
já te quero
Se penso que recuso
já te anseio
Se penso que te odeio
já te espero
e torno a oferecer-te
o que receio
Se penso que me calo
já te grito
Se penso que me escondo
já me ofereço
Se penso que não sinto
é porque minto
Se pensas que me olhas
já estremeço»
— Dec 28, 2025 03:26PM
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já te quero
Se penso que recuso
já te anseio
Se penso que te odeio
já te espero
e torno a oferecer-te
o que receio
Se penso que me calo
já te grito
Se penso que me escondo
já me ofereço
Se penso que não sinto
é porque minto
Se pensas que me olhas
já estremeço»
tiago.
is on page 38 of 291
«Solto o meu riso
no meio do teu silêncio
e em silêncio abraço-te os joelhos
E não defendes
não podes
nem pretendes
Defender das mãos os meus joelhos
que se prendem ainda inutilmente
à rede ritual dos preconceitos
Mas soltos sobem já
e avançam desviados
descobrindo da penumbra mais aberta
Aquilo que no corpo
é mais fechado
num odor de fruto que se enceta»
— Dec 20, 2025 05:10PM
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no meio do teu silêncio
e em silêncio abraço-te os joelhos
E não defendes
não podes
nem pretendes
Defender das mãos os meus joelhos
que se prendem ainda inutilmente
à rede ritual dos preconceitos
Mas soltos sobem já
e avançam desviados
descobrindo da penumbra mais aberta
Aquilo que no corpo
é mais fechado
num odor de fruto que se enceta»
tiago.
is on page 24 of 291
«E vertical o hálito
é saudade
o frio que amanhece
sobre os vidros
Debaixo dos lençóis
vou-me vestindo
com as tuas mãos
num vagar antigo»
— Dec 14, 2025 02:17PM
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é saudade
o frio que amanhece
sobre os vidros
Debaixo dos lençóis
vou-me vestindo
com as tuas mãos
num vagar antigo»
tiago.
is on page 23 of 291
«Não sei desta voragem
no teu corpo
esta espécie de odor
ou de viagem
não sei deste sabor
ou desta cinza
desta aguda lentidão
camuflada»
— Dec 14, 2025 02:14PM
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no teu corpo
esta espécie de odor
ou de viagem
não sei deste sabor
ou desta cinza
desta aguda lentidão
camuflada»
tiago.
is on page 18 of 291
«oferece-me
o outono liquefeito
do teu corpo
e esta liberdade-noite
de te saber autêntico»
— Dec 12, 2025 02:56PM
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o outono liquefeito
do teu corpo
e esta liberdade-noite
de te saber autêntico»






