Presença Quotes

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Suman Pokhrel
“Que vivas em mim, permanecendo para sempre o todo de ti mesmo.”
Suman Pokhrel

Suman Pokhrel
“Que eu possa encontrar-te vivendo em cada momento,
na forma de Shakti que tu és.”
Suman Pokhrel

Filipe Russo
“O que temos a dar um ao outro? Apenas a nossa presença.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Me dissolvo na tua presença por puro prazer.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“A tua presença me eletriza.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Alguém deseja estar comigo? Apenas estar eu digo. Estar fruindo toda minha presença até os corpos se esfarelarem de vez.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“A presença alheia me debilita colapsando meus estados quânticos sobrepostos.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Eu sofro o peso morto da presença alheia.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Eu não escolho você, mas eu me permito. Cada instante da tua presença.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Não me vingo de ninguém, apenas nego-te minha presença e o faço mais por mim do que por você.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

Filipe Russo
“Escoltado por olhos de nada amigos, pela tua presença impressa na minha eu prossigo em passos firmes e decididos.”
Filipe Russo, Caro Jovem Adulto

“Normalmente eu não tinha muita paciência para estar com uma gaja durante muito tempo. Cada uma delas queria ficar comigo o máximo que pudesse, e para isso usavam de muitas artimanhas, como fazer o meu prato preferido – moamba de galinha –, me massajar nas costas depois do bem – bom, dar-me banho com sais ou fazer cafuné antes de adormecer, tudo bem feito na benquerença do benjamim. Tinha uma, nome dela era Santinha, que conseguiu me prender por um ano. A gaja era bonita e meiga, muito submissa, o que eu muito apreciava nas mulheres. Detestava tipas armadas que quisessem discutir comigo, levantar o nariz, isso eu nunca admitia, por isso gajas que tentassem pisar o risco levavam no focinho, qual não se bate em mulheres, Saiundo?!, eu também não gostava de lhes bater, mas depois verifiquei que era a única forma de lhes meter na linha, claro, não falo de todas, falo apenas daquelas que são razingonas, que querem mandar nos homens, isso nunca! Eu sei que isso é feio, mas às vezes é a única solução. Mas estava a falar da minha Santinha que era mesmo uma santa, e por isso fiquei com ela tanto tempo. Era doçura de criatura, melaçuda em todos os momentos, e na cama então é que ela se revelava completamente, e eu me perguntava como era que uma rapariga assim tão santíssima, ar dela angélico, na cama podia ser assim tão brava e fogosa ao ponto de me fazer gemer toda a noite, poça!, que às mulheres enganam muito, de sai são uma coisa, aquelas finúrias todas, de noite, na hora dos bons prazeres, até parece que têm o diabo no corpo. E assim fiquei com ela muito tempo, eu e a minha Santocas, santinha, santa. Mas um dia chateei-me com ela por causa dos muitos ciúmes que fazia a torto e a direito, não me podia ver com nenhuma rapariga e ficava logo amuada por muito tempo. Certo dia ela me viu a conversar com uma amiga, perto do Jumbo, Santinha veio ter comigo e, sem dizer nada, me puxou com força pelo braço. Perdi o controlo e ali mesmo lhe esbofeteei na presença da moça com quem estava a conversar e que era de facto uma simples só amiga, e assim que terminei aquela santa relação.”
Boaventura Cardoso

“[a ‘maioria’] pressupõe ser formada por si mesma
quando na verdade ela é a soma da ausência de todos sustentada pela mútua suposição de que alguém deve saber o que está acontecendo.”
Bruno Marra, Pelo que a sobrevivência mata