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Vulgaridade Quotes

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Arthur Schopenhauer
“Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima!”
Arthur Schopenhauer

Fernando Pessoa
“Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar.”
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet

Friedrich Nietzsche
“Viver com uma imensa e orgulhosa calma; sempre para além. - Ter e não ter, arbitrariamente, os seus afectos, o seu pró e contra, condescender com eles por umas horas; montar sobre eles como em cavalos, frequentemente como em burros; - é que se deve saber aproveitar a sua estupidez tal como a sua fogosidade. Conservar os seus trezentos primeiros planos; também os óculos escuros; pois há casos em que ninguém nos deve olhar nos olhos e muito menos ainda nas nossas «razões». E escolher, para companhia, aquele vício matreiro e sereno, a cortesia. E ficar senhor das suas quatro virtudes, a coragem, a perspicácia, a simpatia, a solidão. Pois a solidão é entre nós uma virtude, como tendência e impulso sublimes do asseio que adivinha como, no contacto de homem para homem - «em sociedade» - tudo é, inevitavelmente, sujo, Toda a comunidade nos torna de qualquer modo, em qualquer parte, em qualquer altura - «vulgares».”
Friedrich Nietzsche, Beyond Good and Evil

Giovanni Papini
“Mas como esta raça de imbecis se reúne com frequência com medo da solidão, ou seja, do tédio, torna-se necessário que, depois de escutar um pouco de música, saborear uma bebida e entregar-se a algum jogo, falem uns com os outros. Em que poderia consistir a troca de palavras entre pessoas que não têm nada para dizer? Cérebros desabitados, almas desertas, cabides ambulantes encimados por rostos mascarados que se inibem do que é verdadeiramente humano e profundo, podem palrar, mas não falar. Com efeito - à parte o papaguear de notícias e opiniões recolhidas dos jornais da manhã e que todos já conhecem -, as conversas compõem-se de mexericos sobre escândalos importantes ou exagerados, elogios aos presentes, maledicência acerca dos ausentes e comentários quase sempre impregnados de subentendidos sexuais.”
Giovanni Papini, Relatório sobre os Homens

Fernando Pessoa
“O que é certo é que entre um homem vulgar e um macaco há menos diferença que entre um homem vulgar e um homem realmente culto.”
Fernando Pessoa, Ultimatum

Fernando Pessoa
“Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.”
Fernando Pessoa, The Book of Disquiet: The Complete Edition