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Ana Vicente
Ana Vicente is on page 209 of 320
— Oct 06, 2026 12:39PM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
Sofia Santos is on page 249 of 320
— Sep 16, 2026 01:07AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 15, 2026 07:55AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 14, 2026 07:27AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ana Vicente
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— Sep 13, 2026 01:14PM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 12, 2026 03:06AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 09, 2026 06:48AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 09, 2026 01:59AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 07, 2026 07:20AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Sofia Santos
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— Sep 06, 2026 02:59AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Alice Dias
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— Aug 10, 2026 09:05AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Marta Silva
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“Jacinta Vau cindiu a sua relação de fidelidade com a patroa depois de um incidente deste tipo: a patroa retirou-lhe as prendas doadas para o enxoval quando a criada lhe comunicou que ia casar sem ter pedido consentimento à patroa para namorar. Jacinta resolveu abandonar a casa nesse dia.”
— Jul 07, 2026 02:54PM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Marta Silva
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“A padaria, o talho ou a mercearia tornavam-se palco da bisbilhotice, maledicência, denúncia, inveja ou comparação. Mas eram, também, momentos propícios a manifestações de solidariedade a propósito de episódios considerados injustos ou de exploração do trabalho.”
— Jun 28, 2026 01:23PM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 241 of 320
“O diagnóstico de Aureliano da Fonseca, publicado em 1964 numa Separata de O Médico, confirma que o fenómeno da prostituição na cidade do Porto se encontrava igualmente ligado ao universo do serviço doméstico. Assim, 50 por cento das inquiridas tinham sido serviçais, e muitas admitiram ter começado a servir com pouco mais de I0 anos e, algum tempo depois, passado a viver na rua.”
— Jun 28, 2026 09:51AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 238 of 320
“Durante um passeio pelas ruas da cidade de Lisboa, as duas mulheres são interceptadas por um magala que terá perguntado: «Afinal, qual das duas é a criadita?» Humilhada na sua condição de patroa, esta resolve fazer uma demonstração de poder, dando uma bofetada na cara da serviçal.”
— Jun 28, 2026 01:59AM 2 comments
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 215 of 320
“É ocioso recomendar que a maneira de tratar os inferiores deve ser ao mesmo tempo afável e digna. Nem a familiaridade que lhes permita o desrespeito, nem a secura e a altivez que lhes autorize o ódio hipocritamente coberto sob as fórmulas de veneração oficial.”
— Jun 27, 2026 12:50PM 2 comments
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 211 of 320
“Quando fala com os seus senhores deve ter o cuidado de não empregar termos grosseiros, não falar de costas ou sentada. Lembre-se que está a falar a superiores e que a delicadeza nunca é demais.
Deve falar sempre em voz baixa e submissa, nunca interrompendo os seus senhores.”
— Jun 27, 2026 10:47AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 205 of 320
“O que eles comiam não comia a gente. Era tudo por ração. Naquela altura, era o pão escuro, metade para mim, metade para a Prazeres, que era a cozinheira, era manteiga. Dividia a manteiga, metade para mim, metade para a outra, mas a gente desenrascava-se, sim, a gente desenrascava-se, a gente não passava fome.”
— Jun 27, 2026 10:27AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Leonor
Leonor is on page 90 of 320
o trabalho doméstico pressupunha uma disponibilidade para trabalhar sem intervalos. No artigo «Deveres das Criadas», fica expressa uma atitude de permanente combate à ociosidade, a bem da prestação do serviço à família.(...)
No imaginário de antigas criadas de servir, a instrução não surge imediatamente associada a um bem social. A capacidade de ler e escrever é rara ou resulta de um certo autodidactismo(...)
— Jun 25, 2026 04:48AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 171 of 320
A desobediência das serviçais…
— Jun 21, 2026 03:10PM Add a comment
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Leonor
Leonor is on page 82 of 320
Migra-se por determinação da família ascendente, que projecta nos filhos uma hipótese de ascensão social.
— Jun 21, 2026 06:26AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Leonor
Leonor is on page 76 of 320
No período do Estado Novo,agudiza-se a representação social das serviçais domésticas enquanto sujeitos imorais e incompetentes.Estas trabalhadoras são representadas como«anjos caídos»,seres infantis,idealizados como mulheres de campo q chegam plenas de inocência(.)A produção de estigma era ainda agravada pela crescente feminização da classe servil e a consequente associação a comportamentos sexuais e sociais ilícitos
— Jun 21, 2026 04:21AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Leonor
Leonor is on page 75 of 320
Portugal era um território onde as criadas e os caseiros eram ainda numerosos e onde múltiplas formas linguísticas e de deferência mascaravam e dissimulavam uma opressão. Entravam em Lisboa pela estação de Santa Apolónia(...) Chegavam à cidade e ocupavam o seu centro nevrálgico, em casas de famílias, em prédios ainda desenhados para as albergar de forma permanente.
— Jun 21, 2026 04:07AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Marta Silva
Marta Silva is on page 167 of 320
“No plano da ficção, a ideia da criada de servir como indivíduo subversivo é um dos traços que autores dos mais variados campos acentuaram e caricaturaram, esboçando assim um retrato socialmente construído da grande aspiração da classe servil, a qual levaria criadas a matar, ludibriar, esconder e maltratar, sempre movidas pela vingança das diferenças formas de subjugação a que foram sujeitas.”
— Jun 21, 2026 01:15AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 148 of 320
“De preferência, acolhiam-se as raparigas muito novas, para permitir que a socialização familiar acompanhasse a socialização para o trabalho, numa fusão mais controlada e fiel. Isto é, quanto mais precoce a inclusão na família, melhores as perspectivas de conformidade.”
— Jun 20, 2026 11:13AM Add a comment
O Tempo das Criadas: A Condição Servil em Portugal (1940-1970)

Ricardo Silvestre
Ricardo Silvestre is on page 138 of 320
“Ao serviço do comunismo — esse «diabólico decálogo» — estaria o culto do nu, a redução das indumentárias, a licenciosidade das conversas, as liberdades dos costumes, os bailes repetidos, a promiscuidade dos sexos e outras práticas.
As criadas (…) seriam vítimas fáceis do comunismo (…)”.
— Jun 20, 2026 10:33AM Add a comment
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